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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Casar pra quê?

Mais uma utilidade pública às meninas e meninos superpoderosos. 

Solteiras por opção, algumas mulheres preferem ser felizes por conta própria
Por Ilana Ramos
20/06/2011



O que significa o casamento para você? Para alguns, é amor, paixão, companheirismo, família, felicidade. Para outros, responsabilidade, preocupação, brigas, problemas, traição. Embora a taxa ainda seja mínima, ainda existem aqueles – e aquelas – que, depois do divórcio, não querem mais nem saber de casar de novo. Será que um relacionamento pode ter sido tão prejudicial a ponto de desiludir uma pessoa sobre a possibilidade de uma nova união?

Para a bibliotecária aposentada Deise dos Santos, 68 anos, divorciada há mais de dez anos, casar de novo está fora de cogitação. “O que eu mais gostava era o companheirismo, a amizade. Nós resolvíamos nossas coisas juntos. Mas era muito aborrecimento, ele gostava de sair e estava em tudo, trabalho, churrasco. Saía com os amigos e voltava tarde da noite ou até de manhã. Não acredito que tenha havido traição, mas não me arrependo. Acho melhor estar sozinha do que com uma pessoa me aborrecendo. Eu prezo muito a minha liberdade, estou muito bem sozinha. Passeio, tenho amigos. Acho que, pra ser feliz, a mulher não precisa de homem, precisa de paz e tranquilidade. Não sinto falta de um homem, nem tenho namorados”, conta ela.

Os dados oficiais são alarmantes. De acordo com o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010, 23% dos casamentos terminaram em divórcio e essa é uma curva que não para de crescer. “Um a cada quatro casamentos termina em divórcio. Talvez esse número seja até um pouco maior, porque temos apenas os dados oficiais, de casamentos formais. Não estamos contando as uniões estáveis”, diz Arlete Maria Gavranic, psicóloga e psicoterapeuta especialista em Terapia e Educação Sexual pela SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana) e coordenadora dos cursos de pós-graduação do ISEXP (Instituto Brasileiro de Sexologia Psicossomática).

Embora ainda exista uma parcela dos divorciados que, como Deise, não querem tentar uma nova união, a grande maioria deles busca reconstruir suas vidas ao lado de outra pessoa. “É um desejo encontrar alguém, por mais que não seja num casamento formal. As pessoas, no entanto, se tornam mais cuidadosas, experimentam mais antes de construir a relação. A busca tende a continuar especialmente após a primeira separação, mas quando acontece pela segunda ou terceira vez, elas começam a optar por ficar sozinhas”, explica Arlete.

O consenso popular diz que a mulher gosta mais de casamento do que o homem, mas esse axioma está começando a mudar. A psicóloga diz que “a mulher é educada a ter um vínculo maior com família então ela se cobra mais. O homem não tem essa cobrança tão efetiva, embora tenha muitos que são extremamente provedores, familiares. Por um processo sociocultural, a mulher ainda opta mais pela vivência em família. Mas essa tendência pode mudar. Os homens vêm assumindo relações mais igualitárias, com a independência financeira feminina. A mulher não busca mais um suporte, mas um parceiro. Ela está cobrando mais a divisão das responsabilidades com o homem”.

A falta de desejo de buscar um novo relacionamento tem raízes profundas nas experiências que a pessoa teve no relacionamento anterior, mas as dificuldades próprias de se manter uma relação não devem ser esquecidas. “Às vezes, a pessoa tem algum problema de intimidade ou é extremamente pegajosa e possessiva. Essas pessoas passam por sofrimento grande quando não vêm suas expectativas alcançadas. E o outro lado também sofre muito. Há também aquelas que são muito romantizadas no ideal de relacionamento, esperam encontrar o parceiro perfeito e acabam profundamente decepcionadas”, diz Arlete.

Embora os altos índices de divórcio assustem algumas pessoas, ele pode ser visto de duas maneiras diferentes. "25% é taxa alta para divórcio. Mas, por outro lado, 75% estão dando certo. O copo pode estar meio vazio ou meio cheio. A visão pode ser otimista ou pessimista. Desde a década de 70, diz-se que casamento é instituição falida, mas observem que ele nunca deixou de acontecer. As pessoas buscam afeto, aceitação. Espero que essas pessoas que desistem de buscar um companheiro não tenham desistido pra sempre. Os relacionamentos podem dar certo, sim”, finaliza a especialista.


Fonte: http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=8298

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