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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

CORRUPTOS - PRECISAMOS PRESERVAR!


Os Corruptos são crustáceos decápodes, pertencentes à família Callianassidae e ao gênero Callichirus. Este gênero possui cerca de 90 espécies no mundo, medindo desde milímetros até 30cm. No Atlântico Ocidental são representados por 6 espécies assim distribuídas:

- Callichirus branneri - Bermudas, Flórida, Antilhas e Norte da América do Sul, Brasil (do Ceará até a Bahia).
- Callichirus guara - Pará até São Paulo.
- Callichirus guassutinga - Flórida, Antilhas e Brasil (de Pernambuco até Santa Catarina).
- Callichirus jamaicensis - Flórida, Golfo do México, Antilhas e Brasil (do Pará até a Bahia).
- Callichirus major - Leste dos Estados Unidos, Golfo do México e Brasil (desde a Bahia até o Rio Grande do Sul).
- Callichirus minor - Bahia até o Rio Grande do Sul


A Callichirus major apresenta indivíduos maiores atingindo aproximadamente 20 cm, tendo o abdome com coloração amarelada. A Callichirus minor, tem uma cor avermelhada no abdome, chegando a 15cm. Possuem garras em forma de pinças sendo uma delas bem maior que a outra. Deve-se tomar cuidado com os espécimes de maior tamanho, já que sua garra pode causar pequenos ferimentos. São apelidados de Corruptos, pois são muitos, não "aparecem" e são difíceis de capturar.

Vivem em praias rasas de areia fina, próximos à linha d'água, em profundas tocas verticais escavadas na areia. Quanto maior o buraco, maior o animal que nele habita. Alimentam-se de matéria orgânica em decomposição e de pequenos animais. Nos buracos cobertos pela água, o Corrupto estará mais próximo à superfície. Sua captura é possível com a ajuda de uma bomba de sucção. Dedique seu esforço aos buracos que apresentarem alguma atividade, como um pequeno jorro de água e areia, ou de matéria fecal com aparência de chocolate granulado. Posicione a bomba perpendicularmente ao chão e bombeie rápida e vigorosamente. Caso o animal não surja, tente a segunda vez, sempre prestando atenção à água no buraco. Ele pode estar bem próximo à superfície após as bombadas. No caso de insucesso, em vez de tentar a terceira, tente outro buraco.

Geralmente seus buracos ficam expostos apenas durante as marés bem baixas, -0,2m ou mais. Portanto, de acordo com a tábua das marés, verifique o dia mais adequado, num horário em que a água esteja em seu ponto mínimo. Quando os pescadores da área reclamarem que a maré está "seca" demais para a pesca, esta será a melhor época para a caça aos Corruptos.

Guarde-os em geladeira, na parte mais baixa, submersos em água marinha, de modo a conserva-los vivos por até 24 horas. Para futuras pescarias, congele-os em potes plásticos de boca larga e tampa rosqueável, com a água do próprio local da extração. O descongelamento nesta forma é rápido.

A estrutura do Corrupto é extremamente delicada, devendo ser amarrado ao anzol com elastricot, sem apertar demais. Pode-se isca-los inteiros ou em pedaços, esticados ou dobrados formando uma "bolota". Neste último caso, dobre-o, corte metade da cauda e da cabeça, passando o anzol através destas, sem perfurar a parte central do corpo. Uma maneira de utiliza-los inteiros é prender num anzol Wide Gap 1/0, entrando pela "nuca", passando pelo interior do corpo e saindo numa placa do meio do rabo, de modo a deixar as patas expostas. Este é um excelente método para peixes de boca grande como o Robalo. (Fontes diversas).

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