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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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domingo, 31 de julho de 2011

CRISE DOS ESTADOS UNIDOS PODERÁ ABALAR GOVERNO DE DILMA E ELEIÇÕES EM - 2012



Vejam o filme   " DILMA 2012 "O FIM ESTÁ PRÓXIMO" 

NÃO PERCAM  DILMA- 2012 - PARTE 2- 

LOGO NOS CINEMAS DE  SUA CIDADE -

ÓSCAR DE EFEITOS ESPECIAIS COM "LUÍS INÁCIO DA 

SILVA"

Reunida em São Paulo, corrente que dá as cartas no PT levantou preocupações sobre impacto da economia nas eleições de 2012




Foto: AE




























Em exposição a portas fechadas, presidente do PT disse que situação é preocupante, mas avaliou que o Brasil está bem preparado





EM REUNIÃO DE PORTAS FECHADAS , O PRESIDENTE DO PT, "RUI FALCÃO", demonstra apreensão com relação ao mercado financeiro.



Sua preocupação é com relação a crise dos Estados Unidos que ocorrerá, com um calote que poderá estar muito próximo.

Certamente afetará a economia e o governo de Dilma, que não precisa muito, que juntando às crises internas do partido e constantes escândalos, abalaríam certamente financeiramente nossa economia.

A indústria aguarda para a semana que vem, um anúncio do governo, mas sabe que qualquer que seja o desfecho do embate entre os ministérios não há muito o que esperar da política industrial. Não haverá a reforma tributária, os encargos trabalhistas não serão reduzidos, a infra-estrutura não será melhorada a curto prazo. Negociam algumas medidas que ajudem certos setores.

O que ocorre com o país é um verdadeiro derrame de dólares, que favorece àqueles que importam, contudo é desastroso aos exportadores, e consequentemente abala a balança comercial.


Temos que ter um equilíbrio comercial, afinal não  vivemos só de importações.



Quem viver verá.......

O desequilíbrio contribui para uma minoria, contudo a maioria, poderá quebrar no mercado interno.


Quem está ganhando com isso é a China, porque muitos produtos deste país tem entrado aqui, porém nem precisa dizer que além de impossibilitar o crescimento das empresas internas, não possui uma política ambiental muito correta como postura na industrialização, como por exemplo:  mão de obra escrava e infantil, desrespeito ao meio ambiente ente outras.

A indústria interna, não suportará tal desequilíbrio. 

O ministro Guido Mantega pediu que os empresários se pusessem de acordo sobre que nova fonte de arrecadação poderia substituir os atuais encargos trabalhistas. Não foi possível, porque há interesses conflitantes entre setores. Certas propostas que agradam uns desagradam outros.


Percebemos que esta havendo ainda um enorme conflito entre Siderúrgicas, devido ao monopólio instalado aqui, é só lembrar da "Vale" que foi privatizada.


Graças ao aumento da procura mundial, sobretudo pela China - o que permitiu à Vale, a maior detentora de reservas de minério de ferro do mundo, fazer pesados investimentos e implementar controles de gestão, tornando-se ainda mais competitiva para atender, assim, às novas necessidades chinesas e, consequentemente, manter sua posição de maior exportadora de minério de ferro do mundo.

Para muitos especialistas no assunto, diz-se contrários à privatização da empresa, pois alegam que o Estado brasileiro vendeu para grupos multi nacionais patrimônio público por um valor muito inferior ao real, dando a esses grupos econômicos privilegiados a oportunidade de realizar lucros extraordinários.

Portanto, a privatização proporcionou aos grupos estrangeiros de maioria das ações, o que para os empresários de dentro do país, não é vantajoso, pois para o referido setor falta de condições de competitividade. Trocando em miúdos os empresários brasileiros neste segmento não estão nada satisfeito. Um bom exemplo é Vale "antiga Vale do Rio Doce."

O argumento é que havia competição entre mineradoras no Brasil, com a privatização tornou-se impossível, o que fez com que as siderúrgicas começassem a mudar de segmento partindo então para a mineração, para não ficar a mercê da quase única "Vale".

Em suma o cenário já não é o melhor, e com o possível calote diante do mercado internacional, pelos EUA, poderá piorar.

Segundo o deputado Devanir Ribeiro (SP),afirmou que blindado ninguém está, mas estão apostando nas prévias eleitorais para ano que vem, pleito municipal que servirá de termômetro para análise futura. 

O que deixa o mercado em polvorosa, são empresas privadas se comportando como se fossem estatais e o restante sem nenhum apoio eficaz do governo, não se realiza uma reforma tributária, investimentos na infra-estrutura para escoamento da  produção.

Enfim um governo que está constantemente em manchetes com denuncias de fraudes e com o toma lá da cá, um governo minado de sujeira, assevero ainda que devido a todas estas mazelas , o país está totalmente paralisado.

DILMA, ainda nem começou a governar, e nem sei se o conseguirá, com tantas crises internas. O resultado poderá ser desastroso para a nação, tendo governantes que se comportam como se o público fossem extensão da casa deles, fazendo o que bem querem.









Foto: AE





PT teme que crise nos EUA provoque novo abalo no governo Dilma

Reunida em São Paulo, corrente que dá as cartas no PT levantou preocupações sobre impacto da economia nas eleições de 2012

Ricardo Galhardo, iG São Paulo 30/07/2011 14:47 - Atualizada às 17:38



Depois das crises políticas que derrubaram dois ministros nos últimos meses, o PT teme que o cenário que se desenha na economia norte-americana provoque um novo abalo no governo da presidenta Dilma Rousseff. Reunida neste sábado num hotel no centro da capital paulista, a corrente petista Construindo um Novo Brasil (CNB), grupo que dá as cartas no partido, levantou ainda preocupações quanto ao impacto de uma nova crise internacional no desempenho da legenda nas eleições municipais do ano que vem. 

A portas fechadas, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse avaliar que o Brasil está bem preparado para enfrentar uma nova crise, mas admitiu que o câmbio preocupa. Segundo relatos de petistas que participaram da reunião, o dirigente comentou que, por outro lado, a situação nos EUA pode também abrir a possibilidade de o Brasil assumir um papel maior de protagonismo na cena internacional.

“Blindado ninguém está. Temos que estar atentos. Precisamos fazer toda essa análise, porque no ano que vem temos uma eleição importante", afirmou o deputado Devanir Ribeiro (SP), um dos integrantes da corrente. Ele lembrou que, embora a eleição do ano que vem aconteça longe do Palácio do Planalto, o pleito municipal serve de termômetro para medir a percepção da população em relação à administração federal.

Em geral, avaliação dos petistas que compareceram ao encontro foi a de que o País tem a inflação sob controle e agora precisa contribuir para uma agenda positiva. Também presente, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, aproveitou para levantar mais uma vez a bandeira em favor da jornada de 40 horas semanais. 



Conhecida como o Campo Majoritário do PT até o escândalo do mensalão, a CNB reúne alguns dos principais líderes petistas, entre eles ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reunião, que se estende até este domingo, conta com a presença de vários protagonistas da crise política de 2005. Na lista, estão o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o antigo secretário de Comunicação da sigla Marcelo Sereno. Para amanhã, está prevista ainda uma exposição do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que falará sobre o quadro eleitoral, ao lado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. 


Neste sábado, vários integrantes do governo também compareceram ao encontro, como os ministros Luiz Sérgio, da Pesca, e Ideli Salvatti, das Relações Institucionais. Na parte da tarde, os participantes discutiram a revisão do estatuto do PT, debate que inclui mudanças nas regras para a realização de prévias eleitorais. A expectativa é de que cerca de 250 pessoas participem do evento durante todo o fim de semana. 


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