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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

ESTA SENHORA MERECE UM OSCAR! TENHO TANTA PENINHA DELA!

Em julgamento, Deborah Guerner diz passar mal e provoca confusão

Em sessão para decidir possível ação criminal, promotora fala alto, diz sofrer um AVC e é levada a posto médico

iG São Paulo | 21/07/2011 14:32

Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, decidem hoje se a promotora de Justiça Deborah Guerner e Leonardo Bandarra, ex-procurador de Justiça do DF, vão responder ou não a uma ação criminal por supostas irregularidades relacionadas ao escândalo do mensalão do DEM na capital federal. De acordo com o delator do suposto esquema, Durval Barbosa, os dois teriam cobrado R$ 2 milhões do ex-governador José Roberto Arruda para não divulgar um vídeo no qual ele aparece recebendo dinheiro de Barbosa.

Foto: AE
A promotora Deborah Guerner deixou o posto médico do tribunal em cadeira de rodas

Na parte da manhã do julgamento foram ouvidos os advogados dos acusados e o Ministério Público, mas o destaque ficou com a promotora Deborah Guerner. O presidente do TRF, Olindo Menezes, ameaçou retirá-la do plenário logo no início da sessão, por volta das 9 horas, porque ela estava falando em voz alta, atrapalhando os trabalhos. Cerca de duas horas depois, ela e o marido, Jorge Guerner, se levantaram. Segundo Deborah, ele estaria passando mal, pois teria tido um princípio de Acidente Vascular Cerebral (AVC) nos últimos dias.
Saiba mais
Acompanhados pelo advogado que os defende, Deborah e Jorge Guerner saíram rumo ao posto médico que fica em um prédio localizado no outro lado da rua onde fica o tribunal. Quando quase estavam chegando ao local, Deborah começou a cair lentamente, dando a impressão de ter desmaiado. A partir de então, ela foi carregada por um outro homem até o posto médico. O advogado deles informou, então, que os dois ficariam em observação no posto médico. Até 12h30, quando o julgamento foi interrompido para o almoço, eles não haviam retornado ao plenário.
Mais tarde, boletim médico divulgado pelo tribunal informou Deborah deixou o posto “tranquila e clinicamente estável”. De acordo com o documento, a promotora deixou o local a seu pedido, mediante assinatura de termo de responsabilidade. Ainda assim, pediu uma cadeira de rodas para o deslocamento. Ao ser perguntado se a sua cliente teria simulado o mal-estar, o advogado de Deborah, Maurício Araújo, negou: “Isso seria má-fé. Ela sofreu um desmaio. Não teria por que simular isso. Eles estão com o estado emocional fragilizado”.

"Eu sou contra a violência mas aqui a gente peca por excesso de paciência - Gabriel Pensador"

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