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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

NEM TUDO É O QUE PARECE. FORÇAS DO GRANDE IMPÉRIO (EUA) INVADE E MATA MILHARES PESSOAS. A VERDADE SOBE A INVASÃO DA LÍBIA. É ESTARRECEDOR E CONFUSO. JORNALISTAS AMEAÇADOS DE MORTE, REFUGIADOS EM HOTEL.







Pelo que vemos, mais uma vez os Estados Unidos se aproveita, para fazer o que já fez no Iraque e no Afeganistão.
Tudo que envolva os Estados Unidos da América, podemos ficar atentos, porque nem tudo é o que parece ser.
Tudo ali é manipulado ao extremo.
Jornal "Voltaire.net", afirma que jornalistas estão ameaçados de morte e refugiados em Hotel.
E que forças humanitárias, são na verdade, forças que destroem tudo que vêem pela frente, inclusive  os civis.
Temos que ter cuidado com o que é divulgado pela grande império, pois, tudo o que faz é para roubar em território alheio.
A história da colonização do Estados Unidos foi assim, invadir , dominar e saquear para crescer.
Kadafi pode ser um ditador, mas temos que ver o que está por trás da invasão patrocinada pelo (EUA), interesse escuso, riqueza do país dominado, é o grande atrativo.
Uma coisa é certa, os civis estão sofrendo e  manipulados por um lado e por outro.
Os EUA tem motivo para dominação de alguns países árabes, o petróleo.
E nem tudo que mostram, patrocinado pelo grande Império é importante ficar com os pés atrás.
Existem muitas mentiras nisso tudo, Kadafi é um ditador, sabemos, entretanto existem interesses de outros ditadores para tomar o país.





Veja o que diz  jornalista Gustavo Chacra, correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York 

Temos que tomar cuidado ao acompanhar os acontecimentos no mundo árabe. Existe torcida para que democracias consolidem-se nestes países. Mas não há nada garantindo que os opositores sejam democráticos. Vale lembra que, na Líbia, grande parte da liderança rebelde era do regime de Kadafi. Isto é, poderemos ter más de lo mismo. Mais ou menos como o Sarney, que virou o primeiro presidente civil do Brasil depois da redemocratização.




Leia tradução íntegra do Jornal Voltaire.net

NÃO HÁ ALEGRIA E SIM TERROR 
NÃO HÁ LIBERDADE E SIM OCUPAÇÃO ESTRANGEIRA 

A agressão imperialista contra a Líbia consumou-se com a tomada de Tripoli.
Os bandos de "rebeldes" do Conselho Nacional de Transição, arvorando a bandeira da defunta monarquia líbia, serviram apenas como encobrimento da intervenção activa da NATO. Os seus bombardeamentos selvagens contra alvos civis e os seus helicópteros artilhados é que decidiram esta guerra não declarada. 
Milhares de líbios morreram sob a agressão da NATO, mandatada pela ONU para "salvar vidas". Registe-se a bravura e coragem do governo Kadafi, que aguentou durante seis meses uma guerra impiedosa promovida pelas maiores potências do planeta. A ficção de que se tratava de uma guerra "civil" foi completamente desmentida pelos factos. Foram precisos 8000 raids de caças-bombardeiros da NATO para decidir esta guerra neocolonial. 
O futuro próximo da Líbia é negro. As suas reservas monetárias e financeiras – depositadas em bancos ocidentais – foram roubadas pelas potências imperiais (tal como aconteceu com as do Iraque). E os abutres vão agora à caça dos despojos, à repartição do botim, aos contratos polpudo. Os bandos do CNT, uma vez findo o enquadramento de mercenários, podem começar digladiar-se entre si. 
A desinformação sobre a Líbia foi e é gritante em todos os media ditos "de referência". Eles foram coniventes activos da agressão imperialista contra o povo líbio. Hoje, a generalidade dos media já não serve para o esclarecimento e sim para o encobrimento e a mistificação.
A NOVA LÍBIA DAS POTÊNCIAS IMPERIAIS 
  
AMEAÇAS DE MORTE A JORNALISTAS 

Os jornalistas Mahdi Darius Nazemroaya e Thierry Meyssan estão sob ameaça de morte em Tripoli. O primeiro é investigador do Centre for Research on Globalization e o segundo presidente do Réseau Voltaire e da conferência Axis for Peace. Ambos encontram-se sitiados no Hotel Rixos, em torno do qual decorrem combates. Há informações de que teria sido dada a ordem de abatê-los. 
Cinco Estados ofereceram protecção diplomática aos dois jornalistas, mas os combates em torno do hotel impedem-nos de sair e várias destas embaixadas estão cercadas a fim de tornar o seu acesso impossível. O Résau Voltaire apela a pressões sobre os governos envolvidos no sentido de garantir as vidas destes jornalistas e que se faça circular esta informação. 
Novos desenvolvimentos : Os jornalistas foram retirados do H. Rixos pela Cruz Vermelha Internacional, que os transportou para outro hotel enquanto aguardam o barco que deverá evacuá-los.. No novo hotel, já sem a protecção da Cruz Vermelha, têm recebido ameaças dos "rebeldes".


Líbia: a intervenção dita "humanitária" da NATO

por Viktor Dedaj

Enviar pirómanos para extinguir um incêndio, queimar a floresta para salvar as árvores, bombardear a população para poupar civis, lançar campanhas de terror em nome do combate contra o terrorismo, promover a democracia apoiando ditadores, monarquias, terroristas e outros gangsters de toda espécie... a lógica dos dirigentes ocidentais é imparável. 

Durante este tempo, a organização dos media de massa bombardeia as consciências até obter a sua rendição. E é assim que você acorda um dia com o sentimento de que sempre foi favorável às privatizações. Com a crença de que os Taliban sempre foram nossos inimigos. Que esta Europa é a única que vale a pena. Que você compreende muito bem que não se poderá pagar vossa aposentadoria. E que a NATO é uma espécie de serviço internacional de ambulâncias. 
Hoje, 21 de Agosto, a última notícia: "os rebeldes entraram em Tripoli". Depois de semanas de "os rebeldes líbios avançam", "os rebeldes controlam a cidade de...", os "rebeldes anunciam...". É cômico como o actor principal destes acontecimentos, a NATO, consegue tornar-se discreta nos noticiários. 

Dito isso, a menos que haja um golpe de teatro, eles "ganharão", cedo ou tarde, isto é certo. E como poderia ser de outra maneira? Quando o bastão redondo da propaganda não entra no buraco quadrado da realidade, a NATO encarrega-se de arredondar os ângulos. 

Apostamos que não faltarão nessa altura algumas sombras embrutecidas para chafurdarem nos nossos écrans a gritarem "ganhámos"! E dizer que há alguns meses eles mal sabiam pronunciar o nome do país. Mas a verdade é que a história já provou que eles haviam errado, que eles erram, e a questão do "combate" não mudará isso. 

Tripoli resistirá? Quanto tempo? Horas, dias? E subitamente as apostas são abertas e eis-nos projectados na lotaria local. Eles falarão sem dúvida de "partidários de Kadafi" (um certo número) e nunca "dos líbios opostos à intervenção imperialista" (provavelmente mais numerosos). Eles nos mostrarão algumas imagens de multidões em regozijo. Utilizarão eles imagem tomadas outrora em Bagdad? Encontrarão eles finalmente os 6000 líbios assassinados "pelo regime" ou mudarão de assunto, como no caso das armas de destruição maciça? 

Portanto, "se irá ganhar". A questão que me intriga é saber quem é o "se" e o que é que terá sido "ganho". É louco como se esquiva sistematicamente esta questão interessante. Eu sei que este "se" não sou eu, nem tão pouco você (qualquer que seja a vossa opinião sobre esta operação da NATO). Sei também que não é a imensa maioria da população líbia que certamente tinha uma outra ideia da Primavera árabe. 

Esta manha (21 de Agosto), a imprensa nos explica que uma brigada rebelde de elite está impaciente às portas de Tripoli. Ela nos explica sem pestanejar que alguns dos 600 homens têm a "dupla nacionalidade americana e líbia"... que o seu chefe fala "com uma forte pronúncia irlandesa", um "atirador de elite" que "passou a maior parte da sua vida em Dublim", que está "em contacto permanente com as forças da NATO". E eu me digo: "aí está, nem um líbio para dirigir a brigada de elite da rebelião?". E também: "se não se trata de mercenários, eles parecem furiosamente". Mas a ideia não perambula no meu espírito pois o lugar já estava ocupado por esta outra ideia recentemente martelada pelos media: é Kadafi que emprega mercenários ("negros e drogados"). 

Sim, doravante temos a indicação de que "se" ganhou: um líbio puro, como já não há nas tribos. Ele usa Ray Ban, masca chewing-gum, fala com uma forte pronúncia irlandesa e o seu passaporte líbio é provavelmente muito belo, inteiramente novo e ainda deve cheirar a tinta fresca. E tenho o sentimento confuso que se lhe perguntasse "e Bagdad, como era?", ele responderia "no comment". 

Então, após meses de bombardeamentos de toda espécie, tenho de me render... à evidência. E dizer que deixei de duvidar desta história de intervenção humanitária. 

PS: último minuto, na categoria do "eles ousam tudo". Um porta-voz da NATO declara que a missão da Aliança é proteger a população civil e não tomar partido por um dos dois campos. Orwell, tu é um amador. 

21/Agosto/2011

O original encontra-se em www.legrandsoir.info/... 













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