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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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sábado, 20 de agosto de 2011

NOTÍCIA DA BBC SOBRE O PÂNTANO QUE ATINGIU DE BRASÍLIA , MAS QUE VEM DO TEMPO DE LULA

Dilma Rousseff
Para revista, 'recompensa' de Dilma a demissões tem sido
ameaças de motim em sua base de apoio



Dilma tenta secar o pântano de Brasília, diz 'Economist'
BBC BRASIL
Atualizado em  19 de agosto, 2011 - 06:22 (Brasília) 09:22 GMT


A reação da presidente Dilma Rousseff aos recentes escândalos de corrupção em vários ministérios, com o afastamento de dezenas de funcionários de médio e alto escalão, pode dificultar a ela a aprovação pelo Congresso de reformas necessárias para o país enfrentar as turbulências na economia global, segundo avalia artigo publicado na edição desta semana da revista britânica The Economist'.

O texto afirma que, oito meses após tomar posse, Dilma se vê "sugada pelo pântano político que é Brasília". Para a revista, a presidente tem reagido com firmeza aos escândalos, mas "sua recompensa tem sido sinais de motim em sua coalizão".
"Com a economia mundial se deteriorando, a capacidade de Rousseff em impor sua autoridade sobre seus aliados importa bastante para as perspectivas do Brasil", afirma a revista.
O artigo afirma que o principal interesse dos partidos menores da coalizão governista "não é ideologia, mas a extração de empregos e dinheiro do governo, para ganho pessoal ou financiamento do partido", e que por isso estão contrariados com a tentativa de Dilma de "reescrever as regras do jogo".
A revista observa que muitos dos 25 mil cargos de confiança do governo ainda não foram preenchidos e que muitos dos que foram preenchidos são ocupados por tecnocratas independentes em lugar das indicações dos partidos. Além disso, comenta o artigo, "para ajudar a cortar o deficit fiscal, ela eliminou as emendas dos congressistas ao Orçamento".
Descontentamento
O artigo diz que mais perigoso do que a saída do PR do governo, após a demissão de seu presidente, Alfredo Nascimento, do cargo de ministro dos Transportes, é o descontentamento dentro do próprio PT, de Dilma, ou do PMDB, do vice-presidente, Michel Temer.
"Ambos consideram Rousseff perigosamente ingênua. Eles acham que ao agir contra a corrupção ela pode ter começado algo que não pode mais parar. Os políticos sob acusações têm o hábito de contra-atacar jogando acusações de transgressões contra outros", diz o texto.
Segundo a revista, líderes de ambos os partidos tentam persuadir a presidente de que entregar alguns cargos ou verbas seria um pequeno preço a pagar pela governabilidade. "Senão, eles advertem, o Congresso pode retaliar ao aprovar emendas constitucionais que preveem grandes gastos", diz o texto.
Para a Economist, o principal desafio de Dilma será a votação, até o final do ano, da provisão em vigor desde 1994 e que dá ao governo autonomia para remanejar até 20% do Orçamento federal. Sua aprovação requer o apoio de três quintos de ambas as casas do Congresso.
O artigo avalia que se Dilma conseguir controlar o Congresso "usando uma mistura de ameaças, promessas e apelos ao interesse próprio", poderá ter como recompensa "uma política mais limpa", o que seria popular com eleitores de classe média.
Apesar disso, a revista considera que mais importante para a popularidade geral da presidente será "manter a inflação sobre controle e garantir que um necessário resfriamento da economia não acabe em estagnação".



Opinião de uma observadora

Como vêem as coisas andam para lá de quentes em Brasília. Notem pelas frases dos parlamentares, como os ânimos estão acirrados.
Com a saída do PR, percebe-se que Dilma está preocupada, sabe que os integrantes irão contra- atacar, é o que podemos dizer "roupa suja" será lavada para todos assistir.
É claro, que a presidente teme por grandes represálias que a deixará, mais ainda, de saia justa, tendo vista os possíveis problemas, a mesma pediu para que o PR continue a fazer parte da coalisão.
Do que será que Dlima tem medo??? Aquele ditado é oportuno neste momento "Quem tem... tem medo".
E pior, teme ainda que, mais lama seja espalhada em seu governo, entretanto a referida lama, serve para mostrar onde começou e quem é o maior responsável pela sujeira. Claro o "O Mestre do Ilusionismo", LULA.  Se vier a tona, vai espirrar no seu antecessor.
Muito embora, a presidente faça questão de afirmar em seus discursos para a TV, que a herança deixada por Lula é bendita.
A chefe da nação quer tapar o sol com a peneira, todos estão vendo de onde partiu todo esquema espúrio.
Vamos ficar atentos, porque a novela ainda não acabou, e com a chegada da crise,  se houver um queda na economia brasileira, a tendência é levar para baixo a popularidade de Dilma juntamente com ela.
Logo abaixo vejam as frase dos parlamentares, e notem que acusações é que não faltam.

 Nelson Jobim, ex-ministro da Defesa, em entrevista à revista Piauí ao se referir às ministras das Relações Institucionais e da Casa Civil Leonardo Muñoz/EFE - 24.jun.2011/Arte UOL
Foto 5 de 12 - Magno Malta, líder do PR no Senado,
 sobre o ex-presidente do Dnit 
(Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes),
Luiz Antonio Pagot Marcelo Camargo/Folhapress - 6.jul.2011/Arte UOL





Foto 6 de 12 - Alfredo Nascimento, ex-ministro dos Transportes
 e senador pelo PR, em discurso quando retomou os trabalhos no Senado Alan Marques/Folhapress - 16.ago.2011/Arte UOL




Foto 8 de 12 - Antonio Palocci, ex-ministro-chefe da Casa Civil, em entrevista à TV Globo para explicar as suspeitas de tráfico de influência, enriquecimento ilícito durante o período de 2006 a 2010 quando aumentou seu patrimônio pessoal por meio de consultoria à empresas no período que era deputado federal Evaristo Sá/AFP - 8.jun.2011/Arte UOL


                   


                                  Rubens BuenoPPS na Câmara Valter Campanato/ABr - 5.jul.2011/Arte UOL





Foto 10 de 12 - José Sarney, presidente do Senado, ao comentar as denúncias feitas por Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), sobre um suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura Alan Marques/Folhapress - 28.jun.2011/Arte UOL



                                                   

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