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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

OS MEIOS DE COMUNICAÇÕES E A MANIPULAÇÃO, A PLUTOCRACIA, O CAPITALISMO E A CULTURA


A maldição do homem, e a causa de todas as suas desgraças, é a sua estupenda capacidade de acreditar no incrível.  (H.L.Mencken)



Escrito por Alberto Leal
nascido na França com cidadania Americana


OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SÃO LIVRES E INDEPENDENTES?

Um dos mais importantes transmissores da cultura plutocrática burguesa são os meios de comunicação de massas tanto por jornais, revistas, e rádio, mas basicamente e acima de tudo é pela televisão. Os meios de comunicação ajudam a propagar as imagens e os mitos dominantes, selecionam a maioria da informação e da desinformação que usamos para definir uma realidade politico-social tal qual como a vêem os donos, ou pelos os olhos das elites dominantes da plutocracia económica e politica. 
A forma de como vemos os acontecimentos e os problemas nacionais e internacionais são determinadas na grande maioria das vezes por aqueles que controlam o mundo das comunicações.
Ao aumentar a tecnologia dos meios de comunicação a nossa visão fica debaixo do controle total das nossas percepções sobre essas mesmas forças de controle econômico. Mesmo a maioria de nós que temos a percepção das distorções informativas somos inclinados a aceitar (porque não existe outra alternativa sobre as fontes de informação) do que vemos, escutamos, e lemos dentro de estes mesmos meios de comunicação.
São os proprietários dos meios de comunicação (os donos) e os seus administradores (os seus empregados),e os seus escribas a todos os níveis os que determinam de quais as pessoas, de quais os factos e de quais as versões dos factos, e que tipo de ideias, conveniências e percepções vão a ser transmitidas ao público em geral, desde um certo ângulo em um dado espaço de tempo e em um certo momento.


PODER E MANIPULAÇÃO

CONTROLE, CULTURA E RESISTÊNCIA

De todos os estudos feitos acerca dos meios de comunicação de massa, nos Estados Unidos em particular, e nos outros países capitalistas em geral, todos tratam os meios de comunicação de massas como uma instituição independente, totalmente divorciada do sistema capitalista pelo qual vivem e funcionam. 
Mesmo nem que seja só por um caso de instinto todos ou alguns de nós sabemos de que os meios de comunicação sociais são muito mais complexos do que isso, e de que são usados e manipulados e de que tem outros planos distintos e totalmente diferentes do não só vender os anúncios e as propagandas dos produtos, mas sendo o mais fundamental de tudo o de vender as noticias com um certo fim e para uma certa audiência (público).
Tal qual como as instituições da nossa sociedade capitalista, as corporações em particular e as que distribuem noticias a todos os meios de comunicação de massas são na sua grande maioria de propriedade privada, são pois unidades corporativas que vivem de isso e da qual extraem lucros fabulosos. Mesmo que as suas funções imediatas sejam a de criarem lucros para os seus proprietários através dos anúncios, o seu papel mais importante, fundamental e primordial é o do controle ideológico, é o de vender o sistema o que eles nunca explicam por estes mesmos meios de comunicação de massa de este pais e do resto do mundo, sendo esta tarefa o seu maior papel o mais fundamental, e o mais crucial.
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CAPITALISMO E CULTURA

Toda a terra, toda a força de trabalho, e todos os recursos naturais, tais como a tecnologia em este Estados Unidos são controlados por forças estupendas e gigantescas que se dão pelo o nome de corporações e pelos os seus irmãos gêmeos os bancos, e todas as entidades financeiras. 
Como parte inseparável, o seu único propósito e finalidade é o de obter a venda de anúncios para obter o máximo do lucro possíveis para os seus proprietários.
Este processo de acumulação de capital é a razão, é a essência de viver do sistema capitalista, e pelo qual exercem uma influência definitiva sobre as nossas instituições politicas e sociais. A classe capitalista, essa porção diminuta da população que vive opulentamente em um luxo sem paralelo na história da humanidade, com segurança, nadando em riquezas sem fim devido à super exploração da maioria da população a nível mundial, tem a voz de comando de como as riquezas dos países capitalistas serão distribuídas, a quem, como e de que forma. Os imperativos da economia de mercado (capitalismo) determinam que tipos de trabalho existem ou não, os salários que ganhamos, os preços de tudo, as rendas de casa que pagamos, e as hipotecas que teremos que pagar, a qualidade dos artigos que consumimos, e dos serviços que utilizamos, a qualidade do ar que respiramos, as comidas que comemos, e mesmo a qualidade das águas que iremos beber. Os dirigentes corporativos e os seus acólitos de hoje em dia dominam os postos mais altos dentro da sociedade: educacional, comunicacional, artística, legal, cientifica etc. etc.a grande maioria dos lugares de dentro da sociedade, e todo o espaço politico e economico.
Estas posições e lugares são controladas ou governados da mesma forma de como são as corporações (por juntas de directores, quer sejam regentes ou agentes fiduciários) extraídos dos grupos de elite económica. Entre as 10 e 25 pessoas que compõe essas juntas, que tem a última palavra sobre o sistema e as instituições, quer seja no pagamento de serviços, dos castigos e dos prêmios, dos limites dos seus orçamentos, número e disposição dos seus empregados, os seus investimentos e os seus propósitos, estes “governantes” exercem o poder quer seja ocupando posições chaves recrutando ou despedindo aqueles que vão a exercer esses cargos. O poder que exercem faz com que possam alterar as instituições administrativas, e de as transformar aos seus desejos, o que lhes dá um controle total sobre as ideologias a seguir. Estas juntas de directores exercem o poder não por um mandato popular nem tão pouco por um consensos geral mas sim por decretos e procedimentos estatais, os quais eles controlam.
Ao ser reconhecida pelo estado e legalizada isto quer dizer incorporada, esta mesma junta ou os seus representantes, tem o direito de poder chamar a policia a qualquer momento, comunicar-se com os tribunais para o reforço das suas decisões contra as queixas dos empregados, dos clientes e de todo o resto do público. Estas juntas de directores não só não são eleitas, se elejam por si mesmas, e são perpetuadas também pelo o seu próprio consentimento, são governadas por uma camarilha de pessoas ricas que não são responsáveis a nada a não ser a si próprias. Não existe nenhum sistema eleitoral para as controlar, não tem partidos de oposição, não tem deveres alguns de se terem que explicarem ao público, nem estão interessados em verificar os sofrimentos que podem causar a milhões de pessoas que eles iram afectar com as suas decisões, e apesar de isso são qualificadas da mesma forma de que os sistema de comunicações como o “baluarte do pluralismo democrata”.
 A ordem cultural não sendo independente do sistema corporativo, nem das organizações culturais e sendo independentes uma da outra, sendo diretamente controladas pelos os membros mais ativos da elite econômica ou os seus representantes, não são mais de que um clube de intercâmbio e de convívio. 
É do conhecimento geral de que um ou vários directores das corporações são também os directores de bancos, presidentes de uma Universidade, directores de um centro de artes, membros do diretorado de uma Igreja, ou de uma fundação de caridade, membros directores de uma agencia de noticias, e mais ainda acabam também sendo directores de uma agência dentro do governo federal. Muitas das pessoas que acreditam que os Estados Unidos são uma sociedade pluralista resistem à noção de serem parte de um ambiente totalmente dominado por uma cultura corporativa. A grande maioria das pessoas vêem as instituições culturais tais como existindo no vácuo, fora da arena politica, distintamente separada do sistema econômico ou social. A todo o momento tentam fazer crer que os meios de comunicação, as artes, as fundações cientificas, as escolas, as igrejas e todas as outras instituições estão de fora da contaminação ideológica e de que são neutrais, e de que não são “contaminadas”. Isso é natural porque “os pluralistas” acreditam sempre que as corporações gigantescas, não são só um dos muitos interesses que existem na arena politica, e inclusivamente uma que nunca irá dominar o estado e a grande maioria das pessoas, nem sequer podem imaginar que são estas corporações as que dominam a sociedade civil na sua totalidade e toda a sua vida cultural. Se é que a história nos ensina algo é o de mostrar que as classes proprietárias nunca estão só, sempre se embrulham à volta das bandeiras dos seus países, e reclamam uma devoção ao Deus, ao país, aos bens públicos. É de que atrás do Estado existe toda uma organização de doutrinas, de valores, de mitos e de instituições, que nunca são tomadas em conta de que podem ser politizadas, mas a realidade é de que servem um propósito politico fundamental. O estado como dizia Gransci é como uma trincheira atrás das quais se aguentam todo um sistema poderoso de fortalezas e de muros. Estas instituições de ajuda e suporte criam toda uma ideologia que transforma os interesses das classes proprietárias como “um interesse geral” para justificar assim as relações de classe, como as sós válidas as sós naturais, as preferidas e ótimas mesmo que confessem de que não existem arranjos sociais perfeitos. A classe capitalista é a classe governante que controla as instituições culturais da sociedade, a produção das ideologias, o controle das forças de trabalho, os recursos naturais, e tudo o mais que existe para controlar, em resumo a classe corporativa e financeira dos Estados Unidos é toda poderosa, mas não é de todo omnipotente.
Comete erros e sofre divisões internas sobre tácticas politicas, constantemente tem que se defrontar contra a resistência dos trabalhadores, dos consumidores, dos usuários que que na sua grande maioria é a que paga só os impostos do país, dos estudantes e outros tipos de dissidentes que sempre estão surgem.
A classe capitalista governa, mas nem sempre no modo como deseja. Por vezes faz concessões às resistências do público ou pelo menos mantém a aparência de isso.
E para segurar e legitimizar o seu governo, terá que minimizar as suas aparências e o uso do seu poder coercivo e undemocrático. Esta hipocrisia não é só “o tributo que o vicio paga à virtude” é mais do que isso, em fato, o vicio paga tributo não à virtude mas ao poder democrático do povo que com as suas demonstrações, protestos, boicotes, greves, desobediência civil, sempre lutam contra todo o tipo de leis regressivas, condições de trabalho opressivas, impostos excessivos, e sempre lutaram e lutam para uma expansão dos direitos democráticos e dos benefícios materiais que abrangem a todos.
O poder destas forças democráticas, limita as capacidades que as classes oligarcas tem de reduzir todas as pessoas, e todas as coisas a serem como uns grãos de areia dentro do grande moinho dos lucros capitalistas.
Gramsci foi um intelectual que teve a relacionalidade como princípio norteador de seu pensamento político-filosóficoPor exemplo, quando ele trabalha a noção de "bloco histórico", estrutura/superestrutura são igualmente determinantes. Assim, fugiu do economicismo mecanicista e também do idealismorelação perspassa todo o seu instrumental analítico-teórico, ou seja, as categorias de bloco históricohegemoniaintelectuaissociedade civil e políticateoria ampliada do Estado, todas encadeadas dialéticamente.

Escrito por Alberto Leal
nascido na França com cidadania Americana/Canadense





O Resultado da exploração do capitalismo
Plutocracia dos mafiosos
Edir Macedo e Lula, ambos atuam na prática
da lavagem cerebral, pregação e discurso de ambos
embasado no Capitalismo



PLUTOCRACIA DOS AMIGOS
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