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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

PESSOAL DO VALE DO RIBEIRA, MUITO CUIDADO!

Vale do Ribeira (SP) tem mais de 10 mil afetados por chuva; duas cidades decretam calamidade

EU COMENTO: SE VIER VERBA DO GOVERNO FEDERAL, FISCALIZEM SEUS PREFEITOS E VEREADORES, POIS O QUE ELES SABEM "VER-E-A-DOR", MAS CUIDAM MELHOR DO BOLSO DELES E NADA FAZEM! LEMBREM-SE DA REGIÃO SERRANA DO RJ!


Mais de 7.000 pessoas no Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, estão desabrigadas e desalojadas, e mais de 10 mil foram afetadas, devido à chuva de três dias que provocou a cheia do rio Ribeira de Iguape. Segundo a coordenadoria da Defesa Civil na região, a vazão do rio nesta quinta-feira (4) sobe, em média, um centímetro por hora –ontem, chegou a cinco centímetro por hora.
O município mais afetado é Eldorado, onde a prefeitura decretou ontem estado de calamidade pública em razão dos números: ao todo são 1.500 desabrigados, 4.500 desalojados e cerca de 8.000 pessoas afetadas pelas chuvas. No final da manhã de hoje, por exemplo, a energia elétrica havia sido apenas parcialmente restabelecida, assim como os serviços de telefonia. O fornecimento de água foi normalizado ontem no fim da tarde.
Segundo o coordenador regional adjunto da Defesa Civil, Renato Gonçalves, ao menos 80% da produção agrícola em Eldorado foi perdida –palmito de pupunha e, principalmente, banana --, prejuízo que pode ficar entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões.
A cidade de Sete Barras também decretou calamidade, com cerca de 100 desabrigados, 400 desalojados e cerca de 700 afetados. Os bairros rurais de Conchal Preto, Conchal Branco e Votupoca estão sem energia e com fornecimento de água interrompido. Também lá houve perdas nas lavouras de banana --pelo menos 60%. A prefeitura local informou que o Fundo Social de Solidariedade está coletando doações de alimentos, produtos de limpeza, roupas, utensílios domésticos, calçados e móveis. O local de entrega é o ginásio de esportes, no centro da cidade. Neste sábado (6) haverá um pedágio para arrecadação de alimentos em frente à rodoviária.


No município de Registro, segundo mais atingido pela cheia do rio, há cerca de 500 desabrigados e 200 desalojados, além de mil pessoas afetadas. Os estragos foram mais sentidos em bairros da zona rural, ainda sem energia e água nesta manhã.
Na cidade de Iguape, onde fica a foz do rio, não há desabrigados, mas restam ainda 120 pessoas desalojadas –todas, nos bairros rurais de Peropava e Momuna. Também há famílias isoladas no bairro do Jairê, também comunidade rural.
Em Jacupiranga, onde os serviços de água, energia e telefone foram normalizados, 200 pessoas ainda estão desalojadas. Em Barra do Turvo, a situação foi totalmente normalizada, segundo a defesa.
Nas medições pluviométricas do período que vai das 7h de sábado (30) às 7h de terça (2), na maior parte dos municípios do Vale choveu mais que o estimado para todo o mês de agosto. Em Ribeira, por exemplo, o acumulado de três dias chegou a 127 mm; em Iporanga foram 150mm; em Barra do Turvo, 173 mm; em Eldorado, 135 mm, em Sete Barras, 104 mm, e em Registro, 104 mm.
“O rio Ribeira de Iguape tem mais de 200km de extensão [ele nasce em Cerro Azul, no Paraná]; a água continua descendo e dá os picos de vazão, antes de começar a baixar. Por isso que, ainda que não esteja mais chovendo, ainda há cheias significativas e mais cidades podem decretar estado de emergência, por exemplo”, explicou o coordenador regional da Defesa Civil.

Meteorologia

A meteorologista Neide Oliveira, do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) em São Paulo, afirmou que o alto volume de chuva no Vale do Ribeira foi provocado pela passagem de uma frente fria que aumentou as áreas de instabilidade.
“Nessa época as chuvas só acontecem com passagens de frentes frias. Em um dia, se ocorre uma chuva muito forte, em função de uma frente fria mais intensa, é comum que provoque pancadas que façam até superar o estimado para o mês –que, no entanto, continua seco”, disse.
Novas pancadas de chuva são previstas pelo Inmet, no Estado, apenas em meados de setembro.

São Paulo

Conforme a meteorologista, as temperaturas na capital paulista devem subir ao longo do dia. De madrugada, a mínima de 6ºC registrada foi a menor do ano --a mais baixa até então eram os 6,1ºC de 28 de junho. A elevação continua para o fim
de semana, até ao menos o domingo, quando volta a chover fraco.

Janaina Garcia
Do UOL Notícias
Em São Paulo

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