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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Soluções Ambientais ao alcance de Todos (ATUALIZADO(



Sou totalmente contra o Novo Código Florestal que descriminaliza - aos olhos da lei e aplicação penal - verdadeiros crimes ambientais. Sou contra a construção da Usina de Belo Monte. Xingu Vivo, por favor!!! O texto abaixo é uma solução alternativa para a criação de novas formas de energia e renda, mas sem desrespeitar a natureza e até resgatando um pouco do que já matamos nela.Como acredito que a simples crítica é algo menor, pois os erros saltam aos olhos, portanto qualquer um pode ver e criticar, mas isso nada constrói, não sendo uma proposta de mudança, dessa forma, apresento um conjunto de soluções alternativas.

SALVE O PLANETA, SALVE A SUA VIDA

Esse artigo/projeto ensina a economizar e ganhar dinheiro salvando o planeta Terra, casa de todos, aumentando a nossa qualidade de vida, trazendo mais saúde, mais economia, mais segurança, mais alimento e mais emprego para as famílias. Palavras-Chaves :  Reflorestamento - Fertilização do Solo - Quebra-Ventos - Furacões - Tornados - Energia Eólica - Energia Solar - Telhado Verde - Jardins, Hortas e Gramados Suspensos - Proteção contra Assaltos - Camuflagem de Guerra - Ecotelhado - Aproveitamento das Águas da Chuva - Desaquecimento Global - Economia Doméstica Ecologicamente Correta - Coleta Seletiva - Combate aos Desperdícios - Fontes de Renda Ecologicamente Sustentáveis - Abertura de Novos Empregos 

SOLUÇÕES AMBIENTAIS AO ALCANCE DE TODOS
"Verde que te quero ver sempre" Ana da Cruz

Este estudo mostra o que é possível cada um de nós fazermos para recuperarmos o planeta, diminuirmos a incidência de danos ambientais e aumentar a nossa qualidade de vida. Não há mais como recuperar tudo de uma vez, mas, paulatinamente, podemos ter ganhos ambientais se também preservarmos as reservas florestais que ainda nos restam. Não tem ONU, nem governo isolado que dê jeito mais se todos não fizermos nossa parte.

ÁREA RURAL : O SOLO PODE SER RECUPERADO COM SOLUÇÕES SIMPLES E VIÁVEIS

-->> Reflorestamento
Várias espécies de árvores são indicadas para os mais diversos tipos de climas e solos e sua sombra protege o solo, diminuindo o aquecimento, sua copa diminui a velocidade dos ventos, evitando destelhamento e tufões, que normalmente acontecem em regiões com pouca área arborizada de plantio (para uso industrial) ou mata virgem.

-->> Manta Orgânica
Usada em lugares muito frios ou quentes. Material utilizado para cultivo de plantas, como por exemplo fibras naturais biodegradáveis, como côco, juta, palhas e outras, constituídas de membrana especial biodegradável que permite a entrada de água no solo, mas diminui a perda de umidade e o crescimento de ervas invasoras, funcionando como isolantes térmicos para o crescimento de plantas, arbustos e árvores e auxilia no controle da erosão.

-->> Adubação Verde
É usada para recuperar solos e fertiliza-los. Cultivo de planta leguminosa, gramínea, crucífera e outras com a finalidade de proteger e melhorar o solo. Após determinado período, é cortada e parte ou toda deixada sobre o solo, acaba se incorporando ainda verde, promovendo o seu enriquecimento com matéria organica e nutrientes, principalmente nitrogênio, tornando-o novamente fértil.

OS QUEBRA-VENTOS

Cada vez mais assustam às pessoas os grandes ventos: sozinhos - como os ciclones (ou furacões) e os tornados - ou conjugados - co-agentes de grandes tempestades. Fato é que o ser humano usou da natureza de forma pouco inteligente, não respeitando e não repondo reservas indispensáveis de seus recursos.  Esse fator é o causador dos grandes ventos. No Brasil, quando muito severas, as velocidades do vento em furacões podem variar entre 102 a 120 km/h; já em outros países - onde há tornados - as ventanias tormentas que aparecem de repente, apesar da curta duração - não duram mais que três minutos, mas são muito mais violentas, pois seu funil, apesar de poucos metros de diâmetro, traz ventos de até 800 km/h,  suficientes para destruírem tudo que encontrarem pelo caminho, incluindo as construções. 

As montanhas são quebra-ventos naturais e os centros da cidade com seus edifícios, mas os planaltos e planícies e também o entorno das cidades que tiverem área plana, região onde estão os bairros residenciais, necessitariam de medidas para sua proteção contra a força dos ventos que podem destruir plantações e casas, causando danos muitas vezes, difíceis de contornar, incluindo lesões e mortes de animais e pessoas.

Nas planícies e planaltos, o interessante é que haja um quebra-vento (de acordo com a necessidade da região) a cada 1000 ou 2000 metros. Quando o vento encontra um quebra-vento, a sua direção sobe até 10 metros acima da barreira que encontra, protegendo o entorno posterior, mas ao atingir essa altura, volta a baixar, atraído pela força gravitacional, por isso a necessidade de quebra-ventos paralelos, não devendo ter uma distância muito grande um do outro. 

A distância entre as árvores enfileiradas e entre as linhas de um quebra-vento vai depender da espécie cultivada e da necessidade da área protegida. Entre as linhas de cada quebra-vento, há que se estudar a melhor distância, para que não seja muito denso, pois sua função é quebrar a força excessiva do vento e não impedir a passagem do ar como efeito sadio de arejar e refrigerar o ambiente. Em regiões de ventos moderados, cada quebra-vento pode ser formado por uma a três fileiras de árvores; nas regiões mais afetadas do planeta, cada quebra-vento deve ter entre quatro e seis fileiras de árvores.

Os quebra-ventos naturais podem ser uma fonte de renda alternativa em meio a prática agrícola, pois seu plantio inteligente pode ser combinado com uso do produto como matéria-prima. O mais comum é o uso de árvores a arbustos resistentes: nas zonas costeiras é comum o uso de  Casuarina;  o Pinus é indicado para solos arenosos; em regiões tropicais os Eucalyptus; os Cupressus são para proteger pequenas propriedades; Grevillea além da beleza é muito usada no Brasil, entre as plantações de café, pois o país possui ventos moderados; o Ulmus é aconselhado para solos secos - e sua madeira é ótima para móveis, amplamente utilizada na construção naval.  Alguns ainda alternam plantios rasteiros com fileiras de árvores de frutos, como a mangueira, árvore robusta, de madeira maleável, com o fruto aproveitado para sucos e doces. Outra relação de espécies encontradas no Brasil:  http://www.vivaterra.org.br/arvores_nativas_3.htm 

Para começar, deveria haver - e seria economicamente interessante - um quebra-vento entre cada limite entre propriedades rurais e também entre estas e as estradas, o que depois das árvores adultas pode ser aproveitado para cerca viva, não havendo necessidade de constantes reparos e substituição de estacas - o que sempre causa gastos aos proprietários. As grandes propriedades devem ter vários quebra-ventos e a posição das árvores deve ser estudada de acordo com a direção dos ventos locais.

O Bambu também é um eficiente quebra-vento, e seu cultivo pode servir como uma fonte de renda opcional, pois é um recurso natural que se mantém depois das podas, usado em projetos de drenagem em pequenas propriedades, encanamento natural de água externo, produção de peneiras, balaios, móveis, construções. Em zonas rurais e cidades construídas no período barroco, as paredes eram feitas de bambu amarrado em quadrados preenchidos com barro batido; muitas durando séculos.  Além disso, pode ser um instrumento de contenção do solo diante de um maior fluxo d'água durante um período continuado de chuvas, nas ribanceiras, evitando que o solo ceda debaixo das áreas asfaltadas, causando danos estruturais e a necessidade de reparos constantes, além de funcionar como amortizador no caso de acidentes, onde o veículo saia fora da estrada. Quanto aos grandes barrancos, o interessante seria escaloná-los em degraus e não em declive reto, reforçando com um tipo de vegetação mais rasteira, que seja apropriada para o tipo de solo e clima.

* Em alguns programas de governo, as mudas são doadas para os projetos de arborização. Esteja atento.
* Em tempo, a energia elétrica eólica é uma das melhores alternativas de fonte ecologicamente correta. Sai barato montar um captador de vento.
* A energia solar, é uma boa alternativa, mas é bem mais cara, embora o custo seja recuperado em poucos anos, e depois, a pessoa ou instituição fica livre de todas ou parte de todas as suas despesas com fornecedores de energia elétrica.

A seguir um estudo da utilidade dos quebra-ventos na cultura agrícola na região Sudeste do Brasil, por Giselda Duringan e João Walter Simões:   http://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr36/cap04.pdf

ÁREA URBANA : MEDIDAS ECOLÓGICAS NA ÁREA EXTERNA DE CASAS E APARTAMENTOS
Ambientalistas buscam alternativas para diminuir os efeitos da poluição e ampliar as áreas verdes nos centros urbanos. As soluções sustentáveis podem estar ao alcance todos.

O ecotelhado além de uma opção estética, oferece conforto térmico e reduz os impactos ambientais. Tanto é que foi apresentado este ano um projeto de lei federal no Brasil que estimula a construção de telhados verdes em cidades com mais de 500 mil habitantes possibilitando a redução da taxa de IPTU.

São Paulo aderiu à essa medida de estímulo, ao exigir de novos condomínios com mais de três unidades agrupadas verticalmente a implantar um telhado verde, uma medida que todo estado devia tomar. Outra alternativa que começa a ser adotada nas cidades é o jardim vertical em paredes externas das construções.

Quem quer colocar a idéia em prática precisa contar com mão de obra especializada e infra-estrutura adequada para não ter problemas de vazamentos, infiltrações, perda de plantas e de terra pela erosão ocasionada pela chuva.

De acordo com o agrônomo José Manuel Linck Feijó, presidente da Associação Telhado Verde Brasil e diretor da Ecotelhado, os revestimentos verdes não são caros e possibilitam fácil manutenção.

-->> Ecotelhado

O Ecotelhado pode ser um jardim suspenso, também conhecido como telhado verde. Esse tipo de cobertura vegetal pode ser instalada tanto em cobertura de prédios (laje) ou sobre telhados convencionais, como o de telha cerâmica, fibrocimento, dentre outros. É possível fazer um telhado com grama ou com plantas.

Os telhados verdes ganharam uma crucial importância nos centros urbanos trazendo diversos benefícios como: aumento da biodiversidade; redução de inundações com a retenção da água da chuva na fonte (drenagem urbana); limpeza da água pluvial, contribuindo para redução da poluição (alguns projetos incluem o uso da água retida); redução da emissão de carbono e da poluição do ar; diminuição do calor e aumento da umidade do ar; melhoria térmica e acústica em apartamentos e casas; maior durabilidade dos prédios; aumento da área de convívio com a natureza.

Contribui significativamente na pontuação de certificações como LEED. http://www.ecotelhado.com.br/ecotelhado/default.aspx

Em se tratando de uma casa, se não houver laje, troque as telhas por placas de compensado e de espaço a espaço uma ripa, para dar aderência. Além de grama, o telhado verde pode receber flores e - de acordo com a estrutura - pequenos arbustos.

Segundo Márcio de Araújo, diretor do Instituto para o Desenvolvimento de Habitação Ecológica (Idhea), de São Paulo, o ideal é dar preferência a plantas locais mais resistentes à chuva e à estiagem e que exijam pouca rega e poda. Plantas de porte baixo e crescimento lento também podem facilitar a manutenção, que é parecida com a de um jardim comum.

No caso da laje, tanto para casas quanto para prédios, é preciso impermeabilizar a área a ser plantada, impedindo infiltrações, com produtos vedantes ou com canteiros plásticos, já que normalmente, o espaço todo não é aproveitado, tanto no caso de um simples gramado, como de um jardim, quanto de uma horta, pois o suporte de peso é maior. A terra e o adubo para o crescimento das plantas, de 10 a 15 cm de profundidade, dependendo do cultivo.

Os dutos de irrigação e drenagem também fazem parte do projeto de um telhado verde, podendo incluir um sistema de filtragem e aproveitamento das águas da chuva, quando forem excedentes. É a melhor solução no combate às inundações nos grandes centros urbanos. O preço do metro quadrado de um telhado verde varia de 100 a 150 reais.

"A camada de terra e vegetação funciona como um filtro de calor ou de frio, mantendo a casa fresca no verão e agradável no inverno", diz a arquiteta Karla Cunha, de São Paulo.

Resultado imediato nos primeiros anos da implantação dos Telhados Verdes: menos chuvas (nos lugares úmidos) menos seca (nos lugares secos), menos enchentes, ar mais puro, clima menos quente; a médio prazo, mais saúde, mais qualidade de vida; em uma década, um verdadeiro milagre: pelo equilíbrio, a natureza se acalmaria. Em caso de uma guerra, serve como camuflagem para as residências e prédios.

Esse é um projeto exeqüível e do interesse de todos, mais barato que uma hidroelétrica. Afinal, para 30 metros quadrados de lagem um telhado verde custaria R$3000,00. Num edifício, o custo rateado por todos os moradores, ficaria baratinho. Os cidadãos que implantarem em suas casas, por investirem no desaquecimento, com os telhados verdes, poderiam receber abonos de isenção, além de terem campos e jardins para seus filhos caminharem ou hortas ou pomares (com árvores apropriadas) que lhes dariam alimentos. Havendo mais procura, o preço pode baixar. Finalizando, haveria economia de energia elétrica, podendo ser vendida. Faça a sua parte.


Solução em caso de orçamento baixo: pinte o telhado de branco; com isso até 90% da luz solar incidente deixa de ser refletida, diminuindo o uso de ventiladores e ar condicionados na casa, abaixando o uso de energia elétrica. Os telhados verdes são mais eficientes e há maiores ganhos que somente a diminuição do calor, mas quem não tiver recursos, a pintura com tinta a óleo branca já ajuda e muito. No caso de telhados de amianto, reforçaria as telhas e aumentaria a durabilidade.

-->> Meu Telhado Verde, Verdinho, Verdinho
Gaiatos e Gaianos - Depoimento.


Não é que ele ficou pronto? O telhado da minha casa está uma beleza de verde! A grama plantada para fixar a terra cobriu toda a superfície e outras várias espécies já apareceram naqueles 15 cm de profundidade: urtiga, dente-de-leão, tomate, laranja, mamão, maracujá, serralha, algumas suculentas e, claro, muito capim braquiária, tiririca e até cogumelos de esterco de gado (sim, aqueles que, se ingeridos, fazem você enxergar bolinhas roxas no elefantinho azul...).

Por que tanta diversidade? Pois é, quando fizemos o mutirão para subir a terra para o telhado, tivemos a “brilhante” ideia de misturar à terra o nosso composto orgânico preparado com o lixo orgânico da minha casa (já faz uns três anos ou mais que não boto lixo orgânico para a prefeitura recolher). Resultado: apareceu de tudo. Sem falar que as chuvas intensas que têm caído sobre Piracaia também têm colaborado bastante... até demais.

Não demorou muito para que surgissem as primeiras mudinhas nascidas de sementes que um dia passaram pela minha cozinha: o mamão formosa do café da manhã (que terá de ser transplantado para o quintal da casa!) , o tomate que foi salada em algum almoço, o maracujá daqueles sucos feitos para relaxar no fim do dia. O mesmo aconteceu com as sementes que estavam no esterco usado para adubar a terra, o que explica o jardim de cogumelos psicodélicos que se formou por alguns dias no meu telhado...
 http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/157622_post.shtml

-->> Revestimento de Paredes e Coroamento de Muros
Texto: Raquel Patro
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Quem nunca viu uma casa com um muro verde e ficou encantado? Paredes revestidas com trepadeiras são muito charmosas , mas este tipo de utilização requer alguns cuidados, começando pelo tipo de trepadeira escolhida.

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Neste caso, as trepadeiras com raízes adventícias são indicadas. Entre estas as mais utilizadas são a unha-de-gato e a falsa-vinha. A primeira exige podas freqüentes, mas permanece verde o ano todo. Já a falsa-vinha muda a cada estação: é verde na primavera e verão, fica vermelha no outono e perde totalmente as folhas no inverno, mas tem baixa manutenção, não exigindo podas.

Quanto mais áspera a parede ou muro, melhor para estas trepadeiras subirem. Ambas só podem ser cultivadas com sol pleno ou meia-sombra e preferem que a construção não tenha acabamento, sendo apenas chapiscada com concreto. A falsa-vinha, no entanto, adere também em paredes com pintura ou com tijolo à vista.


Os muros geralmente são sisudos ou amedrontadores, com cercas elétricas e cacos de vidro, chegando até a ser antipáticos aos pedestres que passam pela calçada. Com uma trepadeira bem conduzida, os muros podem ganhar graciosidade e beleza, pois os contornos naturais e curvilíneos da planta suavizam as linhas rígidas da construção. Além disso, o muro sempre ganha pelos menos alguns centímetros em altura, favorecendo desta forma a privacidade e a proteção contra a poluição.

Neste caso podem ser usadas tanto trepadeiras volúveis e sarmentosas como arbustos escandentes. Só o manejo e o tutoramento serão diferentes. As trepadeiras necessitarão de suportes que as levem até o topo dos muros, indicando o caminho. Estes suportes podem ser fixos ou temporários, disso vai depender a espécie escolhida e suas características. Trepadeiras lenhosas que engrossam o caule com o passar dos anos, dispensarão os tutores depois de bem estabelecidas. Este tipo de trepadeira é o que dá mais altura e corpo ao coroamento dos muros, como as bouganvílias. Coroamentos mais suaves podem ser feitos com ipoméias por exemplo. http://www.jardineiro.net/br/artigos/suportes_trepadeiras.php

Para o caso de áreas de risco de assalto, pode-se escolher uma planta mais agressiva: com espinhos, como unhas de gato, ou que provoque alergia e coceira, como a urtiga.

ECONOMIA DOMÉSTICA ECOLOGICAMENTE CORRETA
-->> Reciclar o Lixo. Cada brasileiro em média produz 130kg de lixo por ano. Se separado, 40% é reaproveitado e reduz a emissão de gás carbônico num ano 91 kg por pessoa.

-->> Sacolas de Plástico. Deixar de usar sacolas de plástico que demoram 300 anos para decompor e é responsável por entupimentos e 10% do lixo nos aterros sanitários, além de reduz a emissão de gás carbônico num ano 65 kg por pessoa.

-->> Pilhas Alcalinas. Uma só pilha contamina o solo durante 50 anos, pois elas incorporam metais pesados e tóxicos. Descarte-as em local apropriado.

-->> Não pague Ar. Use o equipamento que retira o ar da água tratada que entra na sua casa, diminuindo sua conta de água em até 40%.

-->> Economize Energia Elétrica.
a- Não deixar os eletrônicos em standy by economiza até 20% na energia elétrica e reduz a emissão de gás carbônico num ano 42 kg por casa.
b- Trocar Lâmpadas pelas de Luz Fria. Diminui o calor ambiente que contribui para o efeito estufa e reduz a emissão de gás carbônico num ano 51 kg por pessoa.
c- Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez. A cada vez que alguém abre a geladeira além da emissão de gases, há uma sobrecarga elétrica para recompor o ambiente gelado interno.

COLETA SELETIVA

No início da implantação da divisão seletiva do lixo, visando a reciclagem, nas grandes cidades, devido aos vários tipos de materiais, tornou-se difícil o serviço de lixo público operacionalizar a coleta. Agora, encontrou-se uma forma mais fácil da divisão dos materiais e mais operacional para coleta do lixo doméstico, que a prefeitura pode fazer duas vezes na semana: recicláveis e não-recicláveis. Dessa forma, em cada residência deve ter dois coletores em separado.

-->> Lixo Reciclável

- Papéis: cadernos, livros e folhas de material de escritório e; jornais, revistas; caixas de papelão, papéis de presente, papel de seda;  papéis higiênicos, papel toalha, guardanapos, lenços de papel; cartões e cartolinas; papel kraft, papel heliográfico, papel filtro, papel de desenho. Incluir também nesse item a madeira.
- Metais: quase todos os metais no lixo domiciliar são recicláveis. Isoladamente, é mais fácil, encontrar facilidade em comercializar os resíduos de alumínio (como as latinhas de refrigerante) do que as embalagens de aço.
- Plásticos: embalagens de xampus, detergentes, refrigerantes e alimentos (limpos); tampas plásticas; embalagens de plástico de produtos comercializados em geral; canetas esferográficas (sem tinta), escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha, plásticos termofixos, usados na indústria de produtos elétricos, telefones e isopor.
- Vidros:  garrafas de bebida alcoólica e não-alcoólica; frascos de molhos, condimentos, remédios, perfumes, produtos de limpeza; potes de produtos alimentícios e materiais de decoração.
-Alimentos: óleo de cozinha usado. Costuma se reaproveitado na produção de diesel. Deve ser separado e engarrafado em pets.

-->> Lixo não-Reciclável

- Papéis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados, fotografias.
- Metais: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustivél e pilhas.
- Plásticos: cabos de panela, tomadas, isopor, adesivos, espuma, teclados de computador, acrílicos.
- Vidros: espelhos, cristais, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas, vidros temperados. 
- Alimentos: todos os restos alimentares e partes não usadas e descartadas de frutas, legumes e verduras, jogadas no lixo, não devem ser reaproveitados para alimentação, por causa do risco de contaminação. Não costumam ser reciclados industrialmente, mas podem ser usados para compor adubo orgânico caseiro.

* Cuidados e Ganhos: A presença de lixo não reciclável no processo de reciclagem é um problema pois pode prejudicar a qualidade do produto final reciclado ou até quebrar a máquina que processa o material. O lixo reciclável deve ser separado limpo e seco. Muitas prefeituras ou empresas autorizadas na coleta de lixo público procuram beneficiar os cidadãos, zelosos e ecologicamente corretos, com isenções e produtos - ou mesmo pagamento em dinheiro, de acordo com a quantidade de lixo reciclável coletado, sendo essa prática uma economia de matéria-prima para a indústria e também uma fonte de renda caseira, caso seja feita de forma eficiente.

Ana da Cruz - @_AnadaCruz. Soluções Ambientais ao Alcance de Todos (Atualização).  Crocantinhas Superpoderosas, 31 de julho de 2011.
Publicação original: Soluções Ambientais ao Alcance de Todos. Mural dos Escritores @MuralEscritores, 17 de outubro de 2010. 
Licença: GNU Free --- Esse artigo/projeto pode e deve ser divulgado e implantado, sem custos autorais, reservada apenas a menção da autoria - já que esta é inalienável.


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