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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

DESESPERO DE UMA MÃE FORA DE SUA TERRA NATAL.....

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Brasileira é presa por ajudar filho foragido a fugir dos Estados Unidos
Brazilian Voice
15/09/2011 11:51:00 Edição: 1317 Leonardo Ferreira

Janiber Andrade Vieira, de 51 anos, mãe de David Britto (foto), foi detida ao tentar embarcar para São Paulo no Aeroporto Internacional JFK, em NYC
O policial capixaba David Britto, de 28 anos, recebeu ajuda no plano da fuga dos EUA para se livrar das acusações de porte e tráfico de drogas. Sua mãe, Janiber Andrade Vieira, de 51 anos, é acusada de agir como cúmplice comprando uma passagem só de ida rumo ao Brasil para o filho, mentir para investigadores federais e planejar reencontrar-se com ele na América do Sul, segundo as autoridades. Entretanto, a etapa final do plano foi interrompida em 2 de setembro, quando ela foi detida no Aeroporto Internacional JFK, em New York City, quando esperava para embarcar em um voo com destino a São Paulo. Agora, Vieira se encontra sob a custódia federal, enquanto seu filho está foragido, publicou o diário The Sun Sentinel. 
Essa foi a última reviravolta de uma história que começou em 1 de julho, com a prisão de Britto sob as acusações de conspiração e posse de meio quilo de metanfetaminas. Ele alegou inocência. Especula-se se a prisão de sua mãe nos EUA o convença a retornar o país e enfrentar a justiça.
O Tribunal havia determinado que o réu morasse com sua mãe em Coral Springs, portasse um aparato magnético no tornozelo que monitora seus movimentos e poderia caminhar pela vizinhança. Em 16 de agosto, David simplesmente dirigiu-se ao Consulado Geral do Brasil em Miami e solicitou um segundo passaporte, pois o seu primeiro havia sido confiscado pelas autoridades. Na semana seguinte, ele desapareceu.
Em 24 de agosto, Britto embarcou em voo rumo a Brasília, garantindo a sua liberdade por tempo indefinido, pois o Governo Brasileiro não extradita seus próprios cidadãos. Com a ajuda de sua mãe, ele conseguiu escapar da justiça norte-americana com certa facilidade, mesmo tendo rendido seus passaportes e forçado a portar um monitor, disseram as autoridades.
Arquivos no Tribunal alegam que em 23 de agosto, Vieira comprou um bilhete de viagem somente de ida, que ele utilizou no dia seguinte em um voo da TAM Brazilian Airlines, segundo o The Sun Sentinel, com origem em Miami. Ela pagou em dinheiro.
Segundo a ação judicial, em 25 de agosto, um dia depois da fuga do filho, Janiber “simplesmente alegou não saber da localização de David e que não o havia ajudado a violar as condições de sua liberdade condicional”. Entretanto, as autoridades obtiveram cenas da câmera de segurança da agência de viagens Chang Express Travel em Pompano Beach (FL), mostrando Vieira comprando o bilhete de viagem para ele, segundo documentos no Tribunal. Ela enfrenta a acusação de mentir para detetives do Departamento de Combate às Drogas.
O Juiz Distrital Donald L. Graham determinou que Britto aparecesse no Tribunal de Miami até terça-feira (6). Caso não aparecesse, a situação de sua se complicaria.
Ela assinou em conjunto a fiança de US$ 50 mil garantindo que seu filho compareceria à Corte, pondo sua casa em Coral Springs como garantia. Caso Britto permaneça foragido, o Tribunal pode tentar obter o dinheiro da fiança de sua mãe.
Britto havia sido liberado após pagar a fiança de US$ 100 mil, assinada em parte por ele e sua mãe e a outra metade garantida por uma firma que empresta dinheiro para tais fins. Como condição da fiança David entregou todos os seus passaportes e concordou em “não obter qualquer documento de viagem durante a pendência do caso”, segundo documentos no Tribunal.
O réu foi informado para manter distância de qualquer aeroporto, portos, terminais de ônibus e estações de trem, além de portar o monitor e viver na residência de sua mãe. Ele não poderia sair de casa entre 11 horas da noite e 7 horas da manhã, mas poderia circular livremente pelo sul da Flórida.
O monitor emite um sinal magnético enquanto estiver localizado dentro de um determinado perímetro nas proximidades de sua residência. Por isso, não foi difícil para Britto se dirigir ao 26º andar do Consulado Geral do Brasil em Miami, na Southwest 8th St., em Miami, e pedir por autorização para retornar ao seu país natal. A autorização com validade de 30 dias permite que brasileiros retornem imediatamente ao país sem a necessidade de passarem pelo processo de emissão de passaportes. Tudo que Britto necessitou foi apresentar a sua certidão de nascimento.
O Consulado emitiu o documento naquele mesmo dia, 16 de agosto, disse o secretário consular Fernando Arruda ao The Sun Sentinel. As autoridades brasileiras informaram que, comentou, não tinham conhecimento de que David enfrentava acusações relacionadas à drogas.
Autoridades federais norte-americanas, algumas vezes, pedem ao Consulado para alertá-las caso um foragido brasileiro tente deixar o país, disse Arruda ao diário. Entretanto, ninguém o comunicou sobre Britto. Mesmo assim, disse o secretário, o Consulado tenderia a conceder-lhe a autorização para deixar o país.
“Para as autoridades brasileiras, ele não é um criminoso”, explicou Arruda. “Ele não burlou nenhuma lei no Brasil”.
Em 24 de agosto, David cortou seu bracelete, embarcou no voo e deu início à sua nova vida como fugitivo. A notícia da fuga do policial norte-americano já começou a ganhar destaque na mídia brasileira, levando um jornal local especular que esse seria o primeiro desafio diplomático enfrentado pela presidente Dilma Rousseff.
A lei brasileira impedindo a extradição de cidadãos é controversa, portanto, não soará bem à opinião pública norte-americana se Britto conseguir se livrar do julgamento, escreveu Jorge Lourenço, colunista do Jornal do Brasil.
“O caso tenderia a ser esquecido, caso não tivesse recebido tanta atenção nos Estados Unidos”, escreveu Lourenço em sua coluna publicada na quinta-feira (8).

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