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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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domingo, 25 de setembro de 2011

INFORMAÇÃO: PRESTAÇÃO DE SERVIÇO- MUITO CUIDADO COM OS BANCOS, PRINCIPALMENTE AQUELES QUE POSSUEM SEDE NA EUROPA. COMO SANTANDER, CITY BANK E HSBC. AMEÇA DE QUEBRADEIRA DE BANCOS NA EUROPA... FIQUE ESPERTO COM SEU DINHEIRO....



DIÁRIO COMÉRCIO INDÚSTRIA & SERVIÇOS - 
dci
23/09/2011 - 10h05
Bancos devem manter notas, mas captação será mais difícil

Para especialistas, queda de rating de instituições na Europa e nos EUA não tem reflexo diretamente no Brasil, mas dificulta novas emissões e rolagens

Por: Marcelle Gutierrez

SÂO PAULO

O sistema bancário mundial é impactado  constantemente por diversas notícias. Na última quarta-feira, a agência classificadora de risco Moody’s rebaixou o rating do Bank Of América, do Wells Fargo e do Citigroup, todos norte-americanos. Na Europa, a Standard & Poor’s cortou as notas de quatro bancos italianos, Intesa San Paolo, MedioBanca, Findomestic Banca, Banca Nazionale Del Lavoro e duas subsidiárias do francês BNP Paribas. Já para os próximos dias, a especulação é de que os britânicos Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds estão na mira das agências. Segundo especialistas, o risco de contágio nas instituições financeiras do Brasil está na captação de recursos e investimentos, já que os bancos são sensíveis aos riscos de imagem.

O analista de bancos da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu, explica que as incertezas giram em torno da capacidade de pagamento de alguns países, principalmente do possível default da Grécia, sendo mais eficaz assumir que o país não honrará seus compromissos e orquestrar uma estratégia de capitalização. “O mercado não está muito confiante em que o governo tem medidas de caráter fiscal com uma solução para os problemas. Como o mercado financeiro é mais rápido, há desconfiança e as ações caem, porque os bancos têm títulos nestes países [Grécia, EUA e Itália]”.

A aversão ao risco chega ao Brasil no mercado acionário. Na quinta-feira, a Ibovespa fechou em baixa de 4,83%, com 53.280, sem nenhuma ação em alta. Entre os grandes bancos, a maior queda foi do Bradesco PN, de 4,01%, a   R$ 27,76. Em seguida há o recuo das ações PN do Itaú Unibanco, de 3,91%, a R$ 27,75. A subsidiária brasileira do  Santander fechou em queda de 3,34%, com valor de R$ 14,45, e o Banco do Brasil recuou 2,69%, com preço de fechamento de R$ 24,15.

Segundo Santacreu, os mercados de ações são ligados e há o efeito-demonstração, isto é, os investidores replicam  as quedas e altas.

O economista João Augusto Salles, da Lopes Filho, concorda em que o desempenho da bolsa de valores é  sensível, principalmente em papéis de instituições financeiras, cujo risco de imagem é fundamental. “No setor financeiro, o boato é extremamente prejudicial. Não tem que saber se está bem ou mal, basta ouvir.”

O risco de contágio do rebaixamento do rating de bancos na Europa e dos Estados Unidos não deve atingir diretamente as notas dos bancos brasileiros, aponta Salles, já que estão muito capitalizados. “Rebaixamento é difícil, porque os bancos estão blindados. Esse risco é minimizado, porque a regulação é mais pura e estão pouco alavancados.”

O economista cita como exemplo o teste de estresse realizado pelo Banco Central, em que os bancos obtiveram média do índice de Basileia de 17%, acima dos 11% exigidos pelo BC. “Se entrar em uma crise como a de 2009, com queda do PIB (Produto Interno Bruto) e pior classificação de risco,  os bancos  passariam tranquilos, porque possuem capital. Mas vale lembrar que teriam fundamentos para suportar uma crise de curto prazo.”

No caso de subsidiárias com matriz na Europa e nos Estados Unidos, como   Citibank, HSBC e Santander: “É importante acompanhar o cenário, porque há uma relação direta, que chamamos de risco matriz”, diz Salles.

Contudo, o efeito-contágio pode ocorrer, de acordo com o economista da Lopes Filho, na composição do funding. “Ninguém fica imune, porque os grandes bancos  locais realizam captação externa. Se uma dessas fontes fechar, as outras também irão se retrair, o que interfere no passivo.”

O analista da Austin Rating, Luis Miguel Santacreu, concorda: “Quem fez a captação externa de dê por satisfeito. Temos que analisar a renovação de bônus externos, porque terão que liquidar sem renovar, que será mais difícil e caro, principalmente se continuar a alta do dólar.”


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