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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

DEIXE AQUI SEU DESABAFO, SUA DENÚNCIA OU SEU RECADO! FALA QUE TE ESCUTO!

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A NAÇÃO EM PERIGO!



Recebi do amigo e colaborador Pedro Sergio (Ajuricabat) este artigo e sinto-me na obrigação de publicar.
Se você é brasileiro e tem amor pela sua pátria, leia com atenção até o final!!!
Estamos todos comovidos e solidários  com o Brigadeiro Ivan Frota e seus companheiros pela motivação patriótica com que lançam seu protesto.
Aproveitamos para deixar aqui nossas congratulações!

ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA
Pro Patria

MANIFESTO À NAÇÃO
ATUAIS AMEAÇAS AO ESTADO BRASILEIRO

7 de setembro de 1822.
Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação 
Brasileira ganhou identidade, independência, 
soberania e liberdade.  Hoje, corremos grande 
risco de perdê-las.

CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS
Enfrenta a Nação Brasileira, neste instante, uma fase de perigoso 
retrocesso político, moral e intelectual, gerada por acidentes históricos, de 
caráter eleitoral, que submeteram o País ao poder de interesses  políticos, 
conduzidos por lideranças contrárias aos valores tradicionais da sociedade 
brasileira.
Há mais de duas décadas, o que, a princípio, vinha sendo anunciado 
como “consolidação da  democracia” pelas “predestinadas” figuras de 
líderes populistas foi-se tornando visível, pela concretização das intenções 
que moviam tal “consolidação democrática”, frustrando a expectativa da 
sociedade, por natureza, complacente.
Pequenos deslizes de natureza política deram lugar a comprovados e, 
portanto, deploráveis casos de corrupção aos olhos perplexos da Nação que 
esperava, inversamente, uma mudança drástica de comportamento político, 
ou seja, a valorização da competência, da responsabilidade, da justiça e da 
honestidade no trato da coisa pública.
A quantidade e a dimensão dos desvios administrativos foram-se 
agigantando de tal modo, que poucas palavras já não são suficientes para 
defini-los.2
Resolveu, então, a Academia Brasileira de Defesa (ABD), por 
intermédio de seus membros, fazer um levantamento das distorções de 
propósitos da tão propalada “consolidação democrática”, que estão pondo 
em risco a segurança e, em razão desse risco, a própria integridade do 
Estado Brasileiro.
A enumeração dos principais tópicos que se referem a essas 
distorções desnuda os inúmeros perigos que rondam, ameaçadoramente, a 
soberania, a moral e o próprio Estado de Direito em nosso País.
Arbitrou-se a ABD apresentar tais ameaças, agrupadas em títulos 
que, tradicionalmente, compõem o conjunto do Poder Nacional de um 
Estado.

EXPRESSÃO POLÍTICA
ABSOLUTISMO DO PODER POLÍTICO
- Nepotismo explícito e exagerado “aparelhamento” político e ideológico 
dos quadros públicos com a multiplicação de órgãos de governo, ocupados 
por militantes dos partidos vitoriosos e dos demais partidos coligados, 
mormente  os cargos de nível ministerial. Não se levando em conta a 
meritocracia, é pertinente a afirmação de que a maioria desses ocupantes 
não apresenta a qualificação indispensável ao desempenho de suas funções.
- Falência da imagem da “oposição” no legislativo federal, caracterizando a 
figura do “partido único”.
- Ausência de independência do Judiciário em relação ao Executivo.
- Ostensiva cooptação eleitoral por meio de distribuição de demagógicas 
benesses financeiras com o dinheiro público (“bolsa-família”, UNE, 
indenizações políticas, MST, etc.).

CORRUPÇÃO PANDÊMICA E IMPUNIDADE
- Desonestidade e total irresponsabilidade com o dinheiro público, nos 
Poderes da República  – Executivo, Legislativo e Judiciário, nos níveis 
administrativos federal, estadual e municipal -, como também nas empresas 
públicas, nos fundos de pensão e nos partidos políticos, em tal dimensão, 
que inviabilizam qualquer tipo de empreendimento público, considerados 
os valores dos ilícitos cobrados, que variam de 4% a 50%.3
- Crescente evasão financeira em decorrência da desonestidade habitual na 
gestão das responsabilidades públicas, o que, por sua vez, concorre para 
que sejam pagos, pela sociedade brasileira, os maiores impostos do mundo 
em relação aos de outros países.
- Ausência de sanções político-criminais como penas de reclusão, multas e 
a devolução dos recursos desviados dos cofres públicos, devido às espúrias 
“blindagens” decorrentes do corporativismo e dos alinhamentos políticoideológicos. A demissão e o afastamento da função são as únicas sanções, 
eventualmente adotadas, quando deveriam ser somente o início do processo 
punitivo.

ABUSO DA PRÁTICA DA “DIPLOMACIA PRESIDENCIAL”
- Desvirtuamento da tradicional e respeitada diplomacia do Itamaraty pela 
intromissão direta e indevida, do  Presidente, em ações diplomáticas 
executivas, quase sempre, desprezando o assessoramento dos quadros 
profissionais do Serviço Diplomático.

TIBIEZA E INCOMPETÊNCIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
- Pusilanimidade dos governos, ao cederem às pressões internacionais de 
toda ordem, devido ao alinhamento ideológico, razão da excessiva 
condescendência com governos de esquerda, no continente americano e no 
mundo (Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Irã, etc.). Movidos, 
também, por fatores presumíveis, deixam-se, contraditoriamente, persuadir, 
pelos governos que a estes países se opõem. Constata-se um jogo político 
de dupla face, nocivo aos interesses brasileiros.
- Sem nenhum indício de planejamento e consenso diplomático, visando a 
uma sólida defesa da posição geopolítica conquistada pelo Brasil no 
cenário internacional, tornou-se uma constante, no campo político das 
decisões, sobreporem os interesses estrangeiros aos interesses brasileiros. 
Fica, assim, constatada a Diplomacia da Generosidade.
- Alguns exemplos dessa prática no continente sul-americano são a entrega, 
indiferente e leniente, da refinaria da Petrobras para a Bolívia; a revisão 
prática do Tratado de Itaipu, com concessões que ultrapassam os limites da 
justeza do Acordo, como o aumento de preço da energia fornecida pelo 
Paraguai; os financiamentos favorecidos a Cuba; a passividade em face dos 
abusos de Rafael Correa (Equador) contra a Odebrecht; etc.4

SOBERANIA E INTEGRIDADE NACIONAIS
- Agravos à soberania nacional pela subordinação da política 
governamental a ditames provindos de fontes externas de poder  – Estados 
estrangeiros, agentes econômicos e movimentos conservacionistas e 
ambientalistas  – que visam, também, a dificultar o desenvolvimento do 
País. Apoiada por ONG de inspiração forânea, esta diversidade de agentes 
dispõe de total liberdade de ação em território brasileiro, fato inadmissível 
em nações mais desenvolvidas.
- Perigo de perda de território e de “balcanização” do País, com fatos 
concretos de absurdas cessões de propriedade, nas regiões desenvolvidas 
do País, para pretensos grupos quilombolas, e, nas demarcações de extensas 
reservas indígenas, na Amazônia, em áreas fartas de recursos estratégicos,
raros e de valor inestimável, incluindo, nessa alienação fundiária, as terras 
da União  previstas na CF-88 (Art. 20, § 2.º e Emenda Constitucional
n.º. 23/1999), como “faixa exclusiva de fronteira”.
- A criminosa adesão à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, 
abrindo caminho para perigosas reivindicações de independência política 
das  terras que ocupam, com o apoio de algumas instituições religiosas a
serviço de outros governos.
- Tais ações, conduzidas por organismos internacionais, por ONG de 
atividades duvidosas, resultam da antipatriótica condescendência que tem 
marcado as frágeis políticas de governo, contrariando os legítimos 
interesses brasileiros e motivando o surgimento de perigosos sentimentos 
divisionistas.
- Além disso, a maneira como vem sendo formulada e implementada a 
política indigenista, a reboque de pressões externas e  de acordos espúrios 
firmados por nossa diplomacia, gera conflitos perturbadores na atividade 
econômica, desestabiliza a Federação e fragiliza a plena soberania 
brasileira sobre seu território.


EXPRESSÃO ECONÔMICA 
INSEGURA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA ECONOMIA
- Inexistência de um plano nacional de desenvolvimento, com ausência de 
política econômica definida e a consequente falta de estratégias e diretrizes 5
correlatas, vinculadas a orçamentos e programas, bem como  de  definição 
de responsabilidades pelo seu cumprimento.
- Desnacionalização da economia por meio da troca por “moeda de papel” 
de ativos e bens nacionais, incluindo a absorção ou a perda de controle 
acionário de empresas para entidades alienígenas não residentes, algumas 
estatais.

DEPENDÊNCIA ECONÔMICA
- Declínio da participação industrial na formação do PIB nacional, devido 
ao elevado custo de produção (Custo Brasil); favorecimento das 
importações; pauta de exportações alicerçada em “commodities” e não em 
produtos industrializados; perda da  competitividade; excesso de 
“consumismo”; contrabando e pirataria.

DESCONTROLE FINANCEIRO
- “Bolha” de crédito com estímulo à entrada de capital especulativo e com 
elevadas taxas de juros (a maior do mundo).
- Valorização excessiva do mercado imobiliário das grandes cidades, com 
grave risco de falências em bloco, após a copa do Mundo e as Olimpíadas.
- Crescimento dos índices inflacionários bem acima dos limites 
estabelecidos.

INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA
- Marinha Mercante inexistente, fato que atenta contra a soberania e a 
segurança nacionais, tendo em vista que cerca de 90% do comércio exterior 
do País transita pelo mar. Quase a totalidade dos navios petroleiros da 
FRONAPE são licenciados com terceiras bandeiras, e oficiais da Marinha 
Mercante estão a serviço dos navios da TRANSPETRO.
- Sistema rodoviário falido, apesar dos bilhões de reais do orçamento do 
DNIT, solapados pela desídia e pela corrupção dos administradores 
encarregados dos diferentes modais. 
- Crescente demanda por transporte (terrestre, aquático e aéreo), tanto nas 
áreas urbanas quanto interurbanas, poderá levar o País, em curto e médio 6
prazos, a um grave estrangulamento logístico de consequências 
imprevisíveis.
- Oferta de energia elétrica já abaixo da necessidade, sem previsão de 
implantação de novas fontes de fornecimento, devido à incompetência 
governamental de gerenciar as obras em andamento.

VULNERABILIDADE DA PRODUÇÃO PETROLÍFERA
- A exploração do petróleo  offshore, em especial a do  “pré-sal”, carece, 
totalmente, de proteção contra ataques terroristas e de terceiras potências, 
cujas agressões, se efetivadas, poderão paralisar a produção nacional.

EXPRESSÃO PSICOSSOCIAL
ENFRAQUECIMENTO DA SOCIEDADE POR MEIO DA 
DECADÊNCIA MORAL
- Destruição do núcleo familiar e distorção do seu tradicional conceito, com 
efeitos nefastos na manutenção dos valores cristãos, transmitidos às 
crianças no lar e que se solidificavam na escola para toda a vida. Nesse 
“moderno” ambiente familiar, talvez não haja mais lugar para o 
mandamento cristão – Honrar Pai e Mãe. 
- Degradação da moral e da ética, com incentivo à aceitação de 
relacionamentos homossexuais, por meio da distribuição pelo governo, nas 
escolas do primeiro grau, de  kits com material para conhecimento dessa 
prática, sob a denominação de “estímulo ao conhecimento da diversidade 
sexual”.

REVISIONISMO HISTÓRICO E DIVISIONISMO RACIAL
- Perda do respeito aos pais, às instituições, ao patrimônio público, aos 
feitos e vultos históricos e aos símbolos  da nacionalidade, mediante a 
prática de verdadeiro revisionismo histórico. A História do Brasil tem sido 
escrita, segundo a visão marxista de seus autores e, assim, vem sendo 
transmitida às gerações atuais de estudantes.
- Mais de quinhentos anos da história do País têm sido, simplesmente, 
reduzidos ao conflito entre opressores e oprimidos, pobres e ricos, brancos 
e negros, elite européia e índios espoliados. Perdem-se, pois, os 
fundamentos da própria nacionalidade.7
- Estímulo ao divisionismo étnico com a implantação das “cotas raciais”.
- Ódio racial – veneno diariamente inoculado.
- O histórico orgulho brasileiro da miscigenação exemplar e pacífica cai, 
agora, por terra, com a introdução das cotas raciais para quase todas as 
atividades da sociedade, onde se reuniu, de um lado, os brancos e, do outro, 
os pardos ou não brancos (nestes,  incluídos os negros, mulatos, índios, 
mamelucos, amarelos e outros). 

BAIXO NÍVEL DO SISTEMA EDUCACIONAL
- Precariedade do ensino, tanto intelectual quanto comportamental; seu uso 
como instrumento de doutrinação político-partidária e não como fator de 
desenvolvimento individual e social. Não sem razão, o Brasil de hoje 
encontra-se nas últimas posições no Programa Internacional de Avaliação 
de Alunos (PISA). 
- Uso da Pedagogia e da Sociolingüística para fins de doutrinação da 
juventude, com deturpação das regras gramaticais e redacionais, negandolhe, assim, a cognição, a fim de conduzi-la a um patamar cultural propício à 
sua dominação pelo Estado. 

EXPRESSÃO MILITAR
FORÇAS ARMADAS DESATUALIZADAS E DESPREPARADAS
- Incapacidade de manter o respeito internacional, de garantir a soberania 
do País e de responder, à altura, a eventuais ameaças externas, além de 
comprometer a integridade nacional, não despertando a confiança da 
comunidade mundial para aceitar o Brasil como membro permanente do 
Conselho de Segurança da ONU.
- Essa mesma comunidade mundial, por sua vez, exerce influência no 
governo brasileiro para que mantenha as Forças Armadas defasadas e 
impotentes para reagir, caso se concretize qualquer ameaça à integridade 
territorial. As peças do jogo  de xadrez político são unicamente mexidas 
pelos “parceiros” de além-fronteiras.
- Dotações orçamentárias insuficientes que, ainda, sofrem severos 
contingenciamentos rotineiros,  que  impedem o reaparelhamento e o 
preparo dos meios militares com qualidade e quantidade adequadas, 8
cenário agravado por uma humilhante política de achatamento salarial da 
tropa (o mais baixo nível de remuneração do serviço público federal).
- Uso do argumento de “índole pacífica do povo brasileiro” para justificar a 
criminosa desatenção contra eventuais aventuras belicistas de gananciosos 
agentes externos, ávidos de usufruir dos bens de seu imenso e rico 
território. Acresce-se a este primário argumento outro de maior peso e que 
se evidencia, a cada dia: os países que detêm riquezas minerais e hídricas, 
mas inexistentes, ou em fase de esgotamento, nos demais países, vêm 
sofrendo investidas políticas dessas nações belicistas, no sentido de 
manterem improdutivo o seu parque de material de defesa e desaparelhadas 
as suas Forças Armadas. Se a beligerância não é própria do brasileiro, tem 
sido a característica de dominação de outros povos.
- Esquecem-se esses que  – “Entre nações não existe amizade, mas, sim, 
interesses”, e que “uma nação pode permanecer 100 anos sem ter uma 
guerra, porém, não poderá passar nem um minuto sequer sem estar para ela 
preparada”.
Tentativa de romper a harmonia das Forças Armadas com a quebra da 
hierarquia e da disciplina, pela submissão das punições disciplinares à 
apreciação judicial e pela criação artificial de divisões entre ativos e 
inativos e entre oficiais e praças.
- Imposição da admissibilidade de costumes, práticas e características 
individuais incompatíveis com os requisitos indispensáveis ao bom 
desempenho das atividades castrenses.
- Condescendência, no mínimo, ingênua dos chefes militares pela aceitação 
silenciosa de um comportamento gramscista, que lhes impõe idéias 
antagônicas às tradições militares, sob a roupagem camuflada do 
“politicamente correto”. Tal condescendência muito afetará o ensino militar 
brasileiro, que deixará de ser “autóctone” para assimilar conceitos 
perniciosos que serão transferidos aos alunos dos colégios e das escolas 
militares e à própria Nação.
- No campo interno, ressalta o revanchismo político e a subversão 
ideológica, praticados por elementos ligados ao partido governista, 
sistematicamente, direcionados contra as Forças Armadas, como 
instrumento de sua desagregação na sociedade, funcionando como traição 
ao País, com feições de um pouco inteligente suicídio nacional.

EXPRESSÃO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICA
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
- Educação não comprometida com a formação de mão de obra qualificada 
nem com o desenvolvimento técnico-científico, gerando um elevado 
número de analfabetos funcionais (20,3%), tornando o País um eterno 
dependente e importador de tecnologia avançada.
- Regras excessivamente castradoras das Universidades brasileiras, 
impostas pelo governo federal, que dificultam a formação de doutores e 
lhes limitam as ações, o que praticamente inviabiliza a pesquisa séria e 
torna quase impossível a criação e o registro de patentes nacionais.

SISTEMA BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA (SISBIN)
- Vulnerabilidade a ataques cibernéticos contra os sistemas informatizados 
do País  – governamentais, econômicos, políticos, militares, técnicocientíficos, de segurança pública, etc., sem a respectiva capacidade 
tecnológica necessária para se contrapor a tais ações.
- Impossibilidade de o Estado atuar na produção e na difusão de 
conhecimentos indispensáveis ao processo decisório governamental, devido 
às limitações impostas pela própria legislação que o regulamenta.

CONCLUSÃO
Este documento caracteriza DESESPERADA denúncia ao povo 
brasileiro, visando a alertá-lo sobre os perigos que estão levando o País a 
uma situação de instabilidade institucional como, também, de grave 
vulnerabilidade estratégica. 
No âmbito interno, foi atingido o grau mais elevado de corrupção e 
de descontrole do poder público, levando a sociedade brasileira a perder a 
confiança nas instituições maiores e ter dúvidas quanto à efetiva vigência 
do Estado de Direito, em nosso Território.
Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sistematicamente, 
assumem posições que depõem contra a seriedade no desempenho de suas
responsabilidades funcionais.
No campo internacional, o planeta demonstra perigosa fragilidade de 
coesão em consequência da insegurança econômica coletiva, que não 
poupa, nem mesmo, as outrora inexpugnáveis nações. Evidencia-se, ainda, 10
a instabilidade política epidêmica, com foco no Oriente Médio, 
acompanhada de decorrentes lutas fratricidas. 
Assim, a crise do sistema financeiro internacional e a possibilidade 
de eclosão de vários conflitos políticos regionais, em face da atual 
insegurança institucional do Estado Brasileiro, poderão estimular o 
recrudescimento da cobiça externa, no sentido de a cúpula do  “governo 
mundial” aproveitar a oportunidade da convulsão doméstica, para antecipar 
a execução de seus eternos planos de dominação.
É, pois, fundamental e urgente, que providências objetivas sejam 
ultimadas para interromper o perigoso ciclo descendente na vida nacional. 
Três medidas simultâneas, de caráter emergencial, destacam-se como 
prioritárias para o Brasil, neste momento:
- Limpeza orgânica do tecido, em franca decomposição, do Estado 
Brasileiro, com a punição dos corruptos e irresponsáveis do poder público, 
e a adoção de comportamento restritivo e vigilante que atue nos pontos 
críticos desse verdadeiro caos social.
- Elaboração de objetivo programa de reequipamento militar, de 
modo a conferir, em prazos curtos, real efeito dissuasório para as Forças 
Armadas, no contexto internacional.
- Atitude enérgica do Povo Brasileiro para protestar, por meio de 
manifestações coletivas e contínuas a se realizarem em todos os pontos do 
País, a fim de exigir das autoridades governamentais a correção de todas as 
ameaças ao Estado Democrático de Direito, denunciadas neste documento.
Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2011
Ivan Frota
Presidente


3 comentários:

  1. Realmente a situação é grave! Vivemos no país do 'fico calado e finjo que sou mudo'.Lamentável!
    Depois que nossa Bandeira Nacional virou símbolo de biquíni em praia,a pátria perdeu seu valor.
    Os ladrões da pátria-mãe não não respeitam os bons costumes,não digo pelo respeito a verdade,mas em respeito à mentira.As questões podres da política brasileira virou nosso slogan para o mundo afora!

    ResponderExcluir
  2. MEU DEUS QUE O POVO QUER AINDA??
    PRECISAMOS DERRUBAR ESTE GOVERNO COM GOLPE IMEDIATO.

    ResponderExcluir

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