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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

O PT E O DESNÍVEL SOCIAL!!!



Já sabemos que governos populistas não se preocupam com o povo, apenas querem se manter no poder indefinidamente. Para isto, distribuem alguns míseros benefícios para o povo mais carente, para que eles se calem e continuem achando que estão sendo beneficiados!
MAS, CONTRA OS FATOS NÃO HÁ ARGUMENTO, E O FATO É QUE O DESNÍVEL SOCIAL CONTINUA, DESDE SEMPRE AQUI NO BRASIL, EM TODOS OS SETORES DA NOSSA SOCIEDADE:

"Entre as tantas frases feitas da língua portuguesa, a de que o Brasil é um país de contrastes é das mais famosas. E verdadeiras.

Claro que extensão e formação étnica ajudam nisso. Não mais, porém, do que o processo de inserção social secularmente deformado por um desenvolvimento subordinado aos interesses políticos e econômicos da elite.

Raras vezes, o Brasil teve oportunidade de ao mesmo tempo fazer conviver crescimento e justa distribuição de riqueza. Na conhecida acepção do termo, "dividir o bolo" sempre excluiu do banquete a grande maioria da população.

Assim, pelo menos nos últimos 60 anos, evoluímos em meio a contrastes e soluços.


Se, entre 1950 e 1954, com Getúlio Vargas (1882¿1954), o País avançou em importantes questões sociais e trabalhistas, isto ocorreu sob economia exclusivamente exportadora de matérias-primas. As elites conservadoras rurais eram privilegiadas em oposição ao crescimento baseado em tecnologia e industrialização dos países do norte.

Para romper com essa sina foi necessário, dez anos depois, passar pelas agruras de um golpe militar patrocinado por essa mesma elite, então, amedrontada com o caos político e um comunismo de fancaria.

O acordo permitiu inaugurar uma etapa de modernização industrial e vigor econômico, embora de pouca repercussão na renda dos mais pobres. "A economia vai bem, mas o povo vai mal", costumava dizer um dos generais de plantão na época.

A redemocratização, a partir de 1985, pouco trouxe de efeitos palpáveis na economia e inclusão social. Em meio a repetidas crises externas, seus governos tiveram atuações importantes apenas na abertura à globalização e no controle da inflação.

O que não impediu o País quebrar duas vezes, recorrer ao FMI e submeter-se a planos econômicos restritivos e equivocados. Mais uma vez, o sacrifício recairia todo sobre as classes subalternas.

Teria, então, sido a última década, com os governos Lula e, agora, Dilma, redentora desse período de contrastes e soluços?

Mesmo que se reconheçam anos de crescimento mais robusto e melhoria na renda de amplos contingentes da população mais pobre, patrocinados por subvenções do Estado e aumento nos empregos formais e informais, o certo é que continuamos a viver um clima de contrastes que, não raro, nos levam aos soluços ou à indignação.

O mesmo acontece na agropecuária. Exulta-se com o nível atingido pela produção de grãos, o recorde na renda agrícola, os valores das exportações do agronegócio. Com razão.

Não a ponto, no entanto, de impedir os entraves para que esses recursos se transformem em benefícios plenos para a população.

Vocês tinham conhecimento, exíguos leitores, da existência de uma propriedade no Pará, com 4,7 milhões de hectares, o que a faz maior do que os Estados do Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas?

Após 15 anos protegida pela justiça daquele Estado, a Fazenda Curuá, "pertencente" a uma grande empreiteira, teve seu registro imobiliário caçado pela Justiça Federal. Calma. Cabe recurso aos herdeiros de Cecílio do Rego Almeida, morto em 2008.

Segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação, há 23% de analfabetos no meio rural. Em dez anos, quase 38.000 escolas rurais foram fechadas.

São Desidério (BA), mereceu recentemente reportagem no "Jornal Nacional", da TV Globo. Foi, em 2010, o município brasileiro com maior valor de produção agrícola (1,1 bilhão de reais). Pois, não tem um metro de esgoto tratado.

Como sugere velho amigo, em coluna semanal na revista "Carta Capital": estamos num país que caminha para usar um Bordeaux de 800 reais para fazer sagu.

Contrastes que, por certo, aumentarão nossos soluços".

Rui Daher é administrador de empresas, consultor da Biocampo Desenvolvimento Agrícola.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5459511-EI12666,00-Contrastes+e+solucos.html

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