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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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terça-feira, 6 de março de 2012

MANIFESTO DE FASCISTAS HIPÓCRITAS E SEM NOÇÃO!!!


O manifesto pela falsa “democratização” da USP

por Flavio Morgenstern

(fica, vai ter Marilena Chaui)

Foi assinado por 213 professores da USP um “manifesto pela democratização” da Universidade. Para os que acompanham o andar da carruagem na maior Universidade do país, o discurso aleivoso é figurinha repetida: pedem uma estatuinte “livre, democrática e soberana” para o processo de escolha de reitores (seja lá o que querem dizer com isso, haja vista serem promotores do modelo de decisão por assembléia, algo incrivelmente cerceador e anti-democrático), exigem a expulsão da PM do campus (não perguntaram a minha opinião e chamam isso de “democratização”) e fim dos “processos políticos” contra alunos e sindicalistas.

É um discurso idêntico ao de outros manifestos assinados por essa galera desde antes de 68. Mas o mais divertido na patacoada é que toda a reclamação palavrosa surge graças a um monumento que presta homenagem às ”vítimas da Revolução de 1964″ em uma placa.

Segundo o manifesto, assinado por Marilena Chaui, Fábio Konder Comparato e Jorge Luiz Souto Maior, além de um aluno representante do comando de greve (ler a última passagem ao ritmo de um “WTF?!” em câmera lenta), o uso da expressão é problemático, pois “nomeia de ‘vítimas’ os que não recearam enfrentar a violência armada”, e ainda mais problemático por chamar o golpe de 1964, que derrubou Jango e colocou os militares no poder, de “revolução”, por ter sido um “golpe militar ilegal e ilegítimo”

incrível (sentido etimológico) que haja uma chorumela dessas, que vá parar nos jornais, por tratar o golpe militar de 64 como “Revolução”. Se o golpe foi “ilegal e ilegítimo”, alguém aí conhece revolução legalizada e legitimada pelas forças que ela própria acaba por degolar? Se o golpe militar for tratado como uma revolução, saberemos que ele mudou do avesso a ordem política e social que existia antes dele. Toda revolução é exatamente isso. O único problema que essa turma encontrará será perceber que, afinal, todas as “revoluções” que defendem são a mesma coisa: jogar no lixo a democracia, a representatividade, a opinião e a vontade da população, e colocar alguns destrambelhados, autoritários e incompetentes (quando não assassinos) no lugar. O problema então está em chamar o golpe militar de  ”revolução” ou em defender revoluções?

No manifesto (íntegra no Estadão), usam a palavra “autoritário” 5 vezes para afirmar que o regimento atual da USP é aparentemente idêntico ao regimento da época sombria da ditadura. Um pouco estranho: se a própria USP acaba de gastar dinheiro para homenagear as vítimas (seja lá se lutadoras ou não) dos anos de chumbo, como se pode afirmar que o uso de uma expressão correta em uma placa seria uma prova de que… o monumento é tão autoritário quanto os verdugos da ditadura? Acaso prestar uma homenagem às vítimas do nazismo (e vários judeus pegaram em armas contra Hitler) é uma prova de ter o mesmo caráter… dos nazistas? Diz o manifesto:

Um monumento na USP já deveria há muito estar erguido. É justo, necessário, e precisa ser feito. Porém, não aceitamos receber essa homenagem de uma reitoria que reatualiza o caráter autoritário e antidemocrático das estruturas de poder da USP, reiterando dispositivos e práticas forjadas durante a ditadura militar, tais como perseguições políticas, intimidações pessoais e recurso ao aparato militar como mediador de conflitos sociais. Ao fazer isso, essa reitoria despreza a memória dos que foram perseguidos e punidos pelo Estado brasileiro e pela Universidade de São Paulo por defenderem a democratização radical de ambos.
(grifos nos

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