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"Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galesas.
Elas surgiam convertidas em verdadeiras 'fúrias':
inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes,
se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e
praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas.
Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo."

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ESPORTES



Reveja momentos marcantes dos Jogos Pan-Americanos
Esta edição dos Jogos Pan-Americanos, em Guadalajara, no México, teve momentos para todos os gostos. Em duas semanas de competição, não faltaram história engraçadas, dramáticas e inusitadas, como pedidos de casamento, gafes em entrevistas, tombos e caretas. Veja o vídeo abaixo e relembre esses momentos.

A Rede Record transmitiu os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com exclusividade para a televisão aberta, ao lado da Record News. O R7 fez transmissões ao vivo das competições e uma cobertura completa dos eventos.

A emissora também mostrará a Olimpíada de Londres 2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015 e 2019 e da


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No encerramento do Pan, Guadalajara se lança para organizar Olimpíada

No encerramento dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, as autoridades mexicanas divulgaram um projeto para organizar a Olimpíada na cidade futuramente. A ideia foi lançada durante o discurso do governador do Estado de Jalisco, Emilio González Márquez.

- O nosso próximo passo é organizar uma Olimpíada.

Caso receba o maior evento esportivo do mundo, Guadalajara vai repetir o que conseguiu o Rio de Janeiro. Em outubro de 2009, pouco mais de dois anos após organizar o Pan, a cidade brasileira ganhou o direito de sediar os Jogos de 2016.
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A cidade mexicana não está entre as candidatas a sede para 2020, e as autoridades ainda não anunciaram se o pleito é para a edição de 2024.
Veja as respostas do quiz

Como é comum em cerimônias de encerramento, a entrada das delegações foi muito mais descontraída do que a da abertura. Todas entraram juntas, com muita festa. Vários atletas vestiam sombreiros, o chapéu típico mexicano para celebrar o evento.

O Brasil marcou presença importante na festa durante a cerimônia de premiação da maratona masculina. Como o medalhista de ouro na prova foi Solonei Silva, o hino nacional tocou durante a cerimônia no estádio Omnilife.

Após fazer o seu discurso, o presidente da Odepa (Organização Desportiva Pan-Americana), Mario Vazquez Raña, entregou a bandeira da entidade para o prefeito de Toronto, Rob Ford. A cidade canadense vai sediar a edição de 2015 do evento.

O último ato da festa foi um show do cantor porto-riquenho Ricky Martin.



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A ginástica artística do Brasil encerra sua participação no Pan de Guadalajara nesta sexta-feira (28), com Daniele Hypolito nas finais da trave e do solo. Diego Hypolito disputa medalha no salto, Sérgio Sasaki, nas barras paralelas e Pétrix Barbosa na barra fixa.

Diego vem do ouro individual do solo, seu quarto em Pans – em Guadalajara, ele já tinha o ouro por equipes conquistado na terça-feira (25). Tinha vencido no salto e no solo do Pan do Rio de Janeiro 2007.

- Aqui, a medalha mais importante foi o ouro por equipes. O grupo é muito unido, todos trabalham um pelo outro.

Sérgio Sasaki participou da final individual do cavalo e foi sétimo. Ele havia se classificado para a prova de solo, porém, vetado por causa de tendinite no pé direito.

Daniele vem do sétimo lugar na final do salto.


 A Rede Record transmite os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com exclusividade para a televisão aberta, ao lado da Record News. O R7 tem transmissões ao vivo das competições e uma cobertura completa dos eventos. 

A emissora também mostrará a Olimpíada de Londres-2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e da Olimpíada do Rio de Janeiro-2016.
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AE - Agência Estado
ZURIQUE - Marta está na luta para conquistar pelo sexto ano consecutivo o prêmio de melhor jogadora do mundo, dado pela Fifa. A atacante brasileira, que foi premiada entre 2006 e 2010, está entre as dez anunciadas nesta terça-feira como concorrentes ao Prêmio Bola de Ouro da Fifa de 2011.

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Rafael Ribeiro/Divulgação - 27/6/2011
Marta foi a única brasileira selecionada à eleição
Neste ano, Marta foi campeã da liga norte-americana de futebol pelo Western New York Flash, mas parou nas quartas de final do Mundial de Futebol Feminino com o Brasil. A jogadora foi a única brasileira selecionada a concorrer ao prêmio de melhor jogadora de 2011.

Na eleição de 2010, Marta superou as alemãs Birgit Prinz e Fatmire Bajramaj. Nenhuma delas está entre as dez indicadas. Kerstin Garefrekes é a única alemã entre as concorrentes. Já os Estados Unidos, que foram vice-campeões mundiais neste ano, dominam a lista com três jogadoras indicadas ao prêmio: a goleiro Hope Solo e as atacantes Alex Morgan e Abby Wambach.

Campeão do Mundial neste ano, o Japão concorre com Aya Miyama e Homare Sawa, que foi artilheira e eleita a melhor jogadora do torneio, realizado na Alemanha. A França, que parou nas semifinais do Mundial, teve Sonia Bompastor e Louisa Nécib indicadas ao prêmio. A sueca Lotta Schelin também foi selecionada.

As dez jogadoras foram escolhidas pela Fifa e por jornalistas indicados pela revista France Football. Também foram revelados os dez concorrentes ao prêmio de técnico do ano. A premiação será disputada por Bruno Bini (seleção francesa), Leonardo Cuéllar (seleção mexicana), Thomas Dennerby (seleção sueca), Patrice Lair (Lyon), Maren Meinert (seleção alemã sub-20), Hope Powell (seleção inglesa), Norio Sasaki (seleção japonesa), Tom Sermanni (seleção australiana), Pia Sundhage (seleção norte-americana) e Jorge Vilda (espanhola sub-17).

Organizadores da premiação, a Fifa e a France Football vão anunciar os três finalistas de cada categoria do Prêmio Bola de Ouro da Fifa no dia 5 de dezembro. Na próxima terça-feira, serão revelados os dez candidatos ao prêmio de melhor jogador do ano e de melhor treinador de equipes de futebol masculino.

A votação do prêmio é feita por treinadores e capitães da seleções nacionais, além de jornalistas. Os vencedores serão anunciados em cerimônia marcada pela Fifa para o dia 9 de janeiro, em Zurique. 



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O sétimo dia em Guadalajara: Disso a gente entende
Ouros da 6ª feira consagraram quem é da elite mundial, não só pan-americana: Cesar Cielo, Thiago Pereira e Juliana e Larissa


As medalhas de ouro da sexta-feira vieram em modalidades em que o Brasil não precisa ter dúvidas para se enxergar entre os melhores do mundo, independente de estar disputando torneio regional, continental, pan-americano ou mundial.

Os títulos que vieram hoje são de gente que é de primeiro nível naquilo que faz: seja das campeãs mundiais Juliana e Larissa, do recordista de ouros pan-americanos Thiago Pereira ou do ídolo Cesar Cielo, que falou por ele mesmo aquilo que valeria também para os outros: “O ano que vem é de Olimpíadas, e o Pan serviu para dar um recado aos adversários.”

O que vem por aí no sábado: A natação acabou. E agora?


O iG Esporte resume o principal do Dia do Brasil em Guadalajara:

O melhor Pan, o Pan dos melhores

Já seria bastante dizer que a sexta-feira foi dia de consagração definitiva para os dois grandes nomes do Brasil em Guadalajara até aqui, Cesar Cielo e Thiago Pereira. Mas a jornada que fechou a natação do Pan de 2011 foi mais do que isso: foi histórica para o Brasil.

Com as quatro medalhas conquistadas, a natação do país chegou a dez ouros, oito pratas e seis bronzes e superou a marca do Rio-2007, alcançando seu melhor desempenho em Pan-Americanos até hoje. O resultado decisivo para isso foi a vitória no revezamento 4 x 100 m medley, que valeu a quarta medalha de ouro para Cesar Cielo em Guadalajara e elevou a 12 a conta geral do recordista brasileiro de ouro em Pans, Thiago Pereira – que fizera parte do revezamento na eliminatória da prova e, nesta sexta, ainda ganhou os 200 m costas.

O dia ficou ainda mais completo com duas medalhas menos óbvias, no feminino: a prata da jovem Gracielle Herman, de 19 anos, nos 50 m livre e o bronze do revezamento 4 x 100 medley.

Blog do Rogério Romero: O Brasil é 10, Thiago é 12

Vamos a la playa

O famoso carinho da torcida mexicana pelos brasileiros levou um discreto arranhão em Puerto Vallarta, sede das disputas de vôlei de praia. García e Candelas bem que fizeram tudo o que estava a seu alcance para impedir que Juliana e Larissa conquistassem o ouro, mas, no tie-break, as brasileiras asseguraram o bicampeonato. Para melhorar seu dia, a medalha chegou pouco depois da confirmação oficial de que são matematicamente as campeãs do Circuito Mundial. A derrota foi a segunda do México para o Brasil na areia nesta sexta-feira, já que pouco antes Alison e Emanuel haviam garantido vaga na final ao bater Miramontes e Virgen.

O palco ideal

Apesar de seu nível técnico não ser nada que se compare aos grandes torneios do circuito da ATP, o torneio de tênis do Pan se tornou uma ocasião para os brasileiros brilharem. Foi assim com Fernando Meligeni em 2003, com Flávio Saretta em 2007 e, se tudo correr bem, com Rogério Dutra da Silva no sábado. O paulista venceu o equatoriano Julio Cesar Campozano na semifinal por 2 sets a 1 e manteve as chances do Brasil de ser tricampeão de simples masculino.

Terceiro mesmo

Tal como já havia acontecido na prova do dueto, com Lara Teixeira e Nayara Figueira, - sob protestos da técnica brasileira - o Brasil também subiu no pódio da disputa por equipes do nado sincronizado, ficando atrás exatamente dos mesmos países: Canadá e Estados Unidos.

Acompanhe todas as competições do Pan ao vivo


Vale medalha e passagem

Não dá para dizer que a vitória das brasileiras contra o México no handebol feminino tenha sido difícil ou emocionante, mas ela foi, sem dúvida, importante. Com os 43 a 12 sobre as donas da casa, o Brasil se classificou à final contra a Argentina, em que, mais do que o ouro, estará em jogo a classificação para os Jogos Olímpicos de Londres-2012.

Embargado

Nem a presença de Mano Menezes na arquibancada, nem o fato de ter pela frente um país sem tradição como Cuba foram o bastante para que a seleção Sub 20 desse a primeira vitória ao Brasil no futebol masculino. Com um modorrento empate em 0 a 0, a equipe soma apenas dois pontos no Grupo B e precisa vencer a Costa Rica no domingo para assegurar vaga na semi. O técnico Ney Franco não gostou nem um pouco: “Fomos incompetentes.”

http://esporte.ig.com.br/panamericano/o-setimo-dia-em-guadalajara-disso-a-gente-entende/n1597307224521.html



Juliana e Larissa comemoram ano perfeito no vôlei de praia
Dupla conquistou bicampeonato no Pan e hexa do circuito Mundial no mesmo dia


Com o resultado México, elas repetiram a conquista dos Jogos do Rio de Janeiro em 2007, quando também subiram ao lugar mais alto do pódio. Líderes do ranking mundial, Juliana e Larissa foram declaradas hexacampeãs do Circuito Mundial de Vôlei de Praia pouco antes de entrar em quadra nesta sexta. Agora elas ainda podem encerrar o ano com o título do circuito brasileiro da modalidade. Larissa comemorou o ano perfeito da dupla.
- No ano que antecede a Olimpíada de Londres, conseguimos conquistar a Copa do Mundo, o Campeonato Mundial, o ouro nos Jogos Pan-Americanos e ainda temos grandes chances no Circuito Brasileiro. Considero um ano perfeito, em que lutamos, trabalhamos muito e no final tudo está saindo como planejado. É um orgulho muito grande levar esses títulos para o Brasil e temos que comemorar bastante.  

Com parciais de 20-15, 22-24 e 22-20 , as brasileiras enfrentaram não só as competidoras mexicanas, mas também a torcida dona da casa e o forte calor que faz em Puerto Vallarta, onde a temperatura atingiu 38,5º C no início do jogo. Juliana falou ainda sobre a dificuldade de vencer uma dupla que contava com uma jogadora de 1,96 m, Bibiana Candela. 



É OURO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fantasma assusta, mas Brasil passa pelas cubanas e leva o ouro no vôlei
Seleção passa sufoco, mas dá o troco em Cuba depois de quatro anos, vence no tie-break e conquista em Guadalajara o título que não vinha desde 1999


O fantasma de quatro anos atrás estava lá de novo para assombrar a seleção feminina de vôlei. O adversário na final desta quinta-feira, em Guadalajara, era a mesma Cuba do Pan do Rio, quando o Brasil viu evaporar meia dúzia de match points e amargou uma derrota dolorosa no Maracanãzinho. Era hora da revanche, e ela não foi nem de perto tranquila como o confronto da primeira fase. Em cinco sets como no Rio, as meninas comandadas por Zé Roberto Guimarães resolveram mudar o roteiro no tie-break. Com cinco pontos de vantagem no set desempate, cravaram os 3 a 2 (25/15, 21/25, 25/21, 21/25 e 15/10). De uma só tacada, foi-se o fantasma cubano e veio uma das medalhas de ouro que faltava para esta geração.

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Brasil sofre 'apagão', mas vence o Canadá na estreia do basquete
Depois de um primeiro tempo tranquilo, seleção cai de produção no terceiro quarto, mas com a ajuda de suas reservas, assegura a primeira vitória


Dias antes da estreia no Pan de Guadalajara, Iziane dava a receita. O Brasil teria que jogar com seriedade se não quisesse ser surpreendido. O que foi seguido à risca no primeiro tempo da partida contra o Canadá, quando os 18 pontos de frente permitiram até mesmo que a equipe passasse sem muitos problemas pelo apagão do terceiro quarto: 78 a 53 (43 a 25). O segundo compromisso da seleção será neste sábado, contra a Jamaica. 
No jogo que marcou o retorno de Iziane, depois do pedido de dispensa da disputa do Pré-Olímpico da Colômbia, a ala se precipitou em alguns ataques, mas ainda assim acabou como cestinha ao anotar 16 pontos. A pivô Erika foi a segunda maior pontuadora, com 15, seguida por Palmira (13). Do outro lado, Justine Colley foi responsável por 14.
O jogo
O jovem time canadense conseguiu equilibrar as ações no início da partida. Diante da precipitação ofensiva da seleção, e com a pontaria certeira da linha dos três, fez o placar se manter igual (10 a 10). Até que o Brasil se arrumou em quadra e começou a fazer o que se esperava dele. Foram sete pontos seguidos contra nenhum das adversárias. Se de um lado Damiris dava trabalho, do outro,Tatham tentava sozinha uma aproximação, mas não obteve muito sucesso: 24 a 15.
Diferença suficiente para que o técnico Ênio Vecchi começasse a chamar suas reservas para o jogo. Se Erika, Iziane e Damiris descansavam, Clarissa chamava a responsabilidade. A diferença passou rapidamente para 11 pontos (30 a 21). Mas cabia mais. A essa altura apenas com a armadora Babi do quinteto titular em quadra, o Brasil marcava melhor e desgarrava no marcador: 38 a 23. O Canadá se empenhava nos rebotes, chegou a ganhar segundas chances, que raramente foram transformadas em pontos. Sem encontrar resistência, a seleção foi para o vestiário com 43 a 25.

Na volta, o que se viu foi uma equipe desconcentrada. O placar só andou para o Brasil após 2m15s, com um lance livre convertido por Erika. O Canadá já tinha feito sete pontos e seguia acreditando que poderia se aproximar ainda mais.  Fez 14 a 5 e forçou o pedido de tempo da seleção: 48 a 39. Ênio Vecchi tentava fazer com que suas titulares voltassem aos trilhos. Se não conseguia, era hora de fazer a rotação.  O panorama não mudou muito: 57 a 47.
O bom momento no início do último quarto fez o Brasil respirar aliviado novamente. Tassia e Palmira deixaram o banco e deram fôlego novo à seleção. O time fez 66 a 50 e voltou a subir de produção, colocando um ponto final em qualquer tentativa de reação canadense. 


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Brasileira do BMX sofre queda, bate cabeça, mas passa bem, diz médico:
Squel Stein, de 20 anos, caiu durante a primeira bateria classificatória. Na véspera, ela estava preocupada com a pista e com o vento

A brasileira Squel Stein, de 20 anos, sofreu uma queda durante a primeira bateria das eliminatórias do ciclismo BMX nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Segundo o médico do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), João Olyntho, ela foi levada para um hospital como procedimento padrão, já que não há posto médico na área de competição. A biker ficará lá até a tarde desta sexta e depois será levada à Vila Pan-Americana.
- Ela teve um trauma importante na cabeça, na região cervical e lombar. Foi avaliada e não houve nada de significância. Ela sente dores, mas achamos que apenas houve contusão e escoriações. Ficará aqui algumas horas aqui, até que o analgésico surta efeito, e depois levada à Vila. Ficará lá até que tenha condições de entrar no avião e voltar ao Brasil – disse Olyntho.
Há duas semanas, Squel sofreu uma queda em uma competição na Califórnia e rompeu o ligamento clavicular do ombro esquerdo. Na véspera da estreia no Pan, ela se mostrava preocupada com a pista.

- É bem diferente do que a gente regularmente usa. Está um pouco mais difícil. As rampas são muito grandes, e o vento atrapalha. As rampas estão muito grandes e muito altas – dizia Squel, na véspera.
De acordo com José Luiz Vasconcellos, presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), foi aconteceu exatamente o que Squel previa.
- No BMX, qualquer falha é grave - disse.
Squel mora há dois anos nos Estados Unidos e tem no ombro direito uma tatuagem de Yohanna, amiga biker que morreu em 2007, aos 17 anos, em um acidente em Santa Catarina.
A biker é a terceira brasileira a precisar de atendimento médico durante competições do Pan. A jogadora de vôlei Jaqueline bateu a cabeça em Fabi durante o jogo de estreia e sofreu uma fratura cervical. O ginasta Carlos Ramirez caiu do trampolim durante a final e lesionou o pé direito. O nadador Cesar Cielo também foi a um hospital, mas por se sentir indisposto antes da estreia.

Logo depois do acidente da brasileira, foi a vez do equatoriano Emilio Falla, na prova de classificação masculina, sofrer uma queda e precisar ser encaminhado a um centro médico.


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